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São Paulo

Chocante: moradores de rua aumentam em 54% em São Paulo

Censo realizado pela prefeitura mostra que uma verdadeira multidão hoje mora nas ruas da capital, por conta da política criminosa da direita.

São Paulo tem uma multidão morando nas ruas. – Foto: reprodução.

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Segundo dados do censo realizado pela prefeitura de São Paulo 2021, mostram um crescimento assustador de moradores de rua na capital paulista nos últimos dois anos. No censo, foi apurado que de 2019 para 2021 o número de moradores de rua, que passam o tempo todo na rua, cresceu 54% chegando a 19.209 pessoas. Entre aqueles que moram nas ruas mas que dormem em algum abrigo o crescimento foi de 31% chegando a 12.675.

Os dois dados, são considerados para contabilizar o número total da população de rua na cidade, que chegou a 31.884 pessoas, contra 24.344 há dois anos. Uma multidão de pessoas, que é maior do que a população de 70% das cidades do Estado.

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Outro dado que acompanha essa multidão é o crescimento do número de pontos de concentração de moradores de rua pela cidade que passou de 6.816 em 2019 para 12.438 em 2021, um crescimento de 82,5%. O número de moradias improvisadas, como as barracas, cresceu 330% chegando 6.778 pontos de concentração destas.

O registro sobre o crescimento exponencial das barracas, demonstra que o fenômeno tem um componente ainda mais cruel, são famílias inteiras que estão tendo que ir morar na rua! Dado também registrado no censo: 28,6% das pessoas entrevistadas afirmaram estar com a família naquela condição, ante 20% em 2019; e o aumento do número de mulheres nas ruas, passando de 14,8% para 16,6% do total, o que naturalmente eleva o número de crianças nas ruas.

Resultado da política genocida da direita

A palavra genocídio ficou marcada pela esquerda nos últimos dois anos para designar a atuação criminosa do presidente ilegítimo Jair Bolsonaro. Entretanto, ele é apenas um representante de um tipo de política que é tocada por toda uma classe política, a direita nacional, serva dos interesses dos capitalistas estrangeiros. E é esta política a responsável por jogar essa multidão de pessoas nas ruas do país. Lembrando que estes são dados somente de São Paulo, a situação não deve ser diferente nas demais capitais, se não pior.

“Dando nome aos bois”, São Paulo como “feudo” do PSDB há cerca de duas décadas mostra nas suas ruas o resultado da política de privatizações, de despejos, de destruição do patrimônio público e dos órgãos estatais, de carestia pela exploração desenfreada da população pelos monopólios capitalistas. Política em que o atual governador João Doria, hoje é o principal garoto propaganda. Propaganda feita a serviço dos banqueiros, o setor mais parasita da economia nacional.

Devemos lembrar também que Geraldo Alckmin, que governou o Estado por 3 vezes, é certamente o maior culpado por esta hecatombe social, aonde todos os dias milhares de trabalhadores perdem seus empregos e passam a viver como seres humanos de segunda classe, sem direito a moradia, alimentação, a fazer suas necessidades básicas fisiológicas.

Na divulgação do censo a prefeitura de São Paulo, do golpista Ricardo Nunes (MDB), busca justificar os números com a crise da pandemia da Covid-19, fazendo uma demagogia nojenta de dizer que os dados são para traçar “planos para cuidar destas”. Quando na verdade, a situação econômica dos trabalhadores de São Paulo só vem piorando ano após ano. A pandemia foi encarada pela burguesia e, principalmente pelos setores mais especulativos como os banqueiros, como uma oportunidade para expropriar ainda mais a renda das demais classes sociais, principalmente da classe operária, aquela que possui menos recursos para se defender junto ao Estado burguês.

Com a aproximação das eleições, já é possível prever que muita demagogia será feita com essa parcela da população, prometendo cestas básicas, assistências e medidas, em geral, parciais. Entretanto, o que realmente resolve a situação, dar emprego, renda, moradia, somente um governo voltado a atender estas demandas da classe trabalhadora pode fazer. E este governo hoje, só pode ser formado por Lula, sob intensa pressão dos trabalhadores.

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O Diário Causa Operária atravessa um momento decisivo para o seu futuro. Vivemos tempos interessantes. Tempos de crise do capitalismo, de acirramento da luta de classes, de polarização política e social. Tempos de pandemia e de política genocida. Tempos de golpe de Estado e de rebelião popular. Tempos em que o fascismo levanta a cabeça e a esquerda revolucionária se desenvolve a olhos vistos. Não é exagero dizer que estamos na antessala de uma luta aberta entre a revolução e a contrarrevolução. 

A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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