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Frente única da esquerda

Bloco Vermelho conquistou as ruas do Rio de Janeiro

A manifestação do Rio de Janeiro apesar de menor, devido à um boicote da esquerda, foi a mais vermelha e mais combativa desde o início da pandemia

Bloco Vermelho no Rio – Arquivo

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Nesse dia 24, mais uma manifestação pelo fora Bolsonaro aconteceu no Rio de Janeiro, após os atos dos dias 31 de março, 1º de maio, 29 de maio, 19 de junho e 03 de julho a Av Presidente Vargas foi mais uma vez tomadas pelos trabalhadores e suas organizações munidos de suas bandeiras vermelhas e sua luta pela derruba do governo golpista de Bolsonaro.

Apesar do boicote de diversas organizações de esquerda, o que fez com que o ato diminuísse de tamanho, a presença do Bloco Vermelho agora unificado com o bloco da CUT foi ainda maior e marcou o polo esquerdo e mais combativo da manifestação.

O local do ato mais uma vez foi escolhido para o monumento Zumbi dos Palmares às 10h da manha, o PCO já vem denunciando essa manobra da operativa desconhecida que convoca os atos que é amplamente rechaçada pelas bases da esquerda. O local não só nunca foi palco das lutas de trabalhadores da cidade, como a Cinelândia e a Candelária, como é terrível para ser fazer uma manifestação, um gramado ao sol localizado no meio de uma gigantesca avenida que não teve suas vias fechadas pela “direção” que definiu o local tornando a concentração muito complicada. Além disso, é um local distante da parte mais movimentada do centro da cidade o que é piorado pelo horário de 10h da manha em que muitas pessoas trabalham e que dificulta a ida de muitas pessoas dos bairros distantes. Foi uma continuação do boicote ao ato que vem sendo feito desde o primeiro grande ato no dia 29 de maio.

Apesar das tentativas da esquerda pequeno burguesa frente amplista de destruir as mobilizações, houve um considerável crescimento do bloco mais combativo da manifestação. Não só o Bloco Vermelho do PCO e dos Comitês de Luta cresceu e ficou ainda mais organizado como a presença da CUT e do PT foi muito forte no bloco unificado. O companheiro Igor Menezes do PCO relatou: “Apesar de o ato estar menor do que os anteriores o Bloco Vermelho ficou muito mais forte, mais organizado, com maior número de pessoas e com mais materiais, a Bateria Zumbi dos Palmares também melhorou em qualidade. Ficou claro que a politica da terceira via esta completamente esgotada, o ato foi principalmente em defesa de Lula, a frente ampla é forçado pelas direções direitistas não é nada popular. Ninguém foi hostil ao PCO, não houve nenhuma provocação, pelo contrário foram muitas pessoas simpáticas, pessoas do PT de diversas zonas da cidade do Rio de Janeiro estavam nos apoiando. Tivemos o nosso próprio carro de som em que todos falaram, com destaque para os companheiros do Comitê Fora Bolsonaro Rio Centro Zona Sul, chegamos a dar entrevista para um documentarista sobre a política sobre 2013 e a política de ‘abaixa a bandeira’.”

O companheiro Luan Monteiro que estava encarregado de coordenar a distribuição dos diversos matérias relatou que: “ Apesar do ato ter sido menor o Bloco Vermelho teve um destaque gigantesco, até mesmos companheiros de organizações com uma política mais distante da nossa ficaram encantadas com nosso bloco e com a nossas faixas. Os próprios companheiros dos Comitês de Luta estavam ainda mais animados com os materiais, as centenas de coletes vermelhos distribuídos foram um grande sucesso. Perguntei para pessoas durante a panfletagem sobre a bateria Zumbi dos Palmares, elas acharam muito impactante, teve uma presença diferencial em relação às outras baterias do ato. E ainda mais importante só a nossa bateria esteve no fim para fazer um coro contra o PDT, que foi muito vaiado, foram palavras de ordem como “volta para paris”, “Ciro golpista” dentre outras. Não só o PDT mas também o PV e o Cidadania foram vaiados ao falar no carro de som. Apesar de ter um tempo de fala no carro de som a presença da direita na rua estava bem fraca, não era nada impactante, principalmente comparando com nosso bloco.”

Sobre a presença da Centra Única dos Trabalhadores o companheiro Eduardo Lopes, militante do PCO relatou: “O PT e CUT estavam muito maiores, faz anos que não vejo a CUT levar nem perto o que foi levado dessa vez, com destaque para setores operários como a oposição cutista nos correios que também marchou no bloco unificado, contra a direção da CTB que boicotou a greve em 2020 abrindo caminho para a privatização. Outro aspecto relevante é que houve uma apoio generalizado as palavras de ordem em defesa de Lula presidente, que transcendia o nosso bloco. No fim, o ato apesar de parecer menor foi muito mais vermelho, quem estava presente possuía uma postura mais combativa.”

Ao fim do ato o carro de som principal não pode ir até a igreja da Candelária, local tradicional de fechamento do ato, devido a repressão policial. A dispersão foi extremamente rápida sem motivo algum e o PCO de forma rasteira foi colocado como o último a falar, depois do PSB, PDT, PV e Cidadana, que apesar de ser um ataque ao partido teve um lado positivo. Todos aqueles que queriam ouvir a fala do companheiro Henrique Simonard, da direção do partido, ficaram até o fim do ato, o que fez com que toda a direita fosse vaiada em todas as suas falas no carro de som. Os militantes do PCO foram os mais aguerridos ficando do início ao fim marcando o polo mais a esquerda do ato de luta pela derrubada do governo Bolsonaro e por Lula presidente e um governo dos trabalhadores.

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