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Formar comitês de auto defesa

Comunidade protesta contra PM que assassinou motoboy no RJ

Execução

Barbárie – Elias Oliveira, de 24 anos, foi criado no Morro do Palácio e deixa uma filha pequena – facebook/reprodução

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Mais uma morador de favela é brutalmente assassinado pela PM do estado do Rio de janeiro. Três dias após a chacina do Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo, região próxima a Niterói, que deixou oito mortos em um mangue, o entregador Elias Oliveira de 24 anos chegou na comunidade do Palácio, em Ingá, na cidade de Niterói por volta das 14h após um exaustivo dia de trabalho. Mal sabia ele que minutos antes, a comunidade tinha sido ocupada pela polícia militar. 

Se Elias soubesse que o “esquadrão da morte” estava na favela tinha ao menos uma chance de sobrevivência, procuraria correr e se esconder. Ao se deparar com um soldado da PM, Elias gritou desesperado dizendo que era morador, porém sem sucesso, o tiro já tinha partido acertando-o no rosto. Chegou a ser socorrido e levado ao hospital mas não resistiu e faleceu.

Sem ler a nota da Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado da Policia Militar, conseguimos imaginar o que foi divulgado: “houve confronto na região com troca de tiros, apreensão de drogas e armas”. É o “modus operandi” da PM em todos os estados do Brasil, com mais intensidade nos estados de São Paulo e Rio de janeiro onde as comunidades pobres estão mais organizadas. 

Desde sua criação, a polícia militar possui um histórico sangrento de assassinatos, violações, agressões contra os moradores de favela. O golpe de 2016 fez com que o fascismo levantasse a cabeça, com isto a PM tem intensificado sua política de extermínio contra os pobres e negros. Agem impunemente pois sabem que seus patrões, os capitalistas, aprovam suas ações. É um controle social na base da força e do sangue e não na base da educação e oportunidades. 

É preciso lutar pelo fim da polícia militar, o armamento dos favelados das comunidades pobres formando milícias e a criação de comitês de auto defesa controlados pelos próprios moradores. Pois assim, não só Elias, que deixou uma filha pequena, mas dezenas de milhares de jovens pobres e negros que são mortos todos os anos pela PM teria uma chance de sobreviver.

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O Diário Causa Operária atravessa um momento decisivo para o seu futuro. Vivemos tempos interessantes. Tempos de crise do capitalismo, de acirramento da luta de classes, de polarização política e social. Tempos de pandemia e de política genocida. Tempos de golpe de Estado e de rebelião popular. Tempos em que o fascismo levanta a cabeça e a esquerda revolucionária se desenvolve a olhos vistos. Não é exagero dizer que estamos na antessala de uma luta aberta entre a revolução e a contrarrevolução. 

A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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