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Solidariedade de classe

Sindicatos dos Bancários do DF em solidariedade ao MNLM

O programa de solidariedade tem como público - alvo: catadores, moradores de rua, quilombolas, movimentos sociais, dentre outras

MNLM – Foto Reprodução

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Os trabalhadores do Movimento Nacional de Luta pela Moradia (MNLM), que lutam pela reforma urbana e por melhores condições de moradia, na cidade do entorno da Capital Federal, Jardim ABC, localizada na Cidade Ocidental (GO), receberam do Sindicato do Bancários de Brasília, no início deste mês, quarenta cestas básicas, reivindicada pelo Movimento, e atendido pelo programa, de iniciativa da direção do sindicato, “Quem tem fome, tem pressa”.

A campanha, que foi lançada em maio de 2020, tem como objetivo ajudar, no quesito segurança alimentar e sanitária, aqueles que se encontram em situação de vulnerabilidade social, em consequência da situação de pandemia que se encontra o País e, pela total ineficiência do Estado burguês de prestar as devidas medidas para evitar a situação de caos que se encontra uma grande parcela da população que está desempregada ou desalentada, por exemplo. O programa, que recebe ajuda do fundo financeiro dos bancários, tem como público-alvo: catadores de materiais recicláveis, pessoas em situação de rua, mulheres vítimas de violência doméstica, abrigos para a terceira idade, quilombolas, LGBTs, creches e também, categorias formais e informais com menor poder aquisitivo e que são impactadas pelo desemprego ou pela retirada de direitos que comprometem, inclusive, a segurança alimentar desses trabalhadores e seus familiares.

Para os companheiros do MNLM a doação veio em muito boa hora, já que, com o agravamento da situação caótica que o País vem enfrentando desde 2016, é necessário realizar cada vez com maior frequência esse tipo de atividade para amenizar as complicadas circunstâncias que o povo tem enfrentado com as mazelas do golpe de Estado.

Para o diretor do Sindicato do Bancários de Brasília, Eduardo Araújo, “os donativos foram arrecadados graças a solidariedade e a ajuda financeira das bancárias e bancários que fortalecem a campanha do Sindicato “Quem tem fome, tem pressa!”. (Site bancariosdf.com.br)

“Graças aos bancários, estamos fazendo essas doações e contribuindo com os que mais necessitam nesse momento difícil de profunda crise econômica e sanitária, em que muita gente está desempregada e até mesmo passando fome. O Sindicato agradece imensamente a cada um e cada uma que tem fortalecido essa importante rede solidária”. (idem)

As categorias de trabalhadores, não tem como não se sensibilizar com a situação, de uma parcela gigantesca da população, que se encontra num estado de total calamidade. A bem pouco tempo atrás, nos deparamos com cenas grotescas, onde um caminhão, com restos de carne e osso da Zona Sul do Rio de Janeiro, foi tomado por pessoas que esperavam desesperadamente por algum alimento. Quem é que não se depara, praticamente todos os dias, com cenas de pessoas recolhendo algum resto de comida em uma lata de lixo!?

Com o agravamento da crise capitalista mundial, que se agudizou com a pandemia do coronavírus, aumentou consideravelmente o nível de pobreza no País. Situação essa que resultado da política dos grandes capitalistas e banqueiros, nacionais e internacionais, que vem lucrando aos tubos em cima da miséria dos trabalhadores e da população em geral.

Nesse sentido, a campanha desenvolvida, pelos bancários de Brasília, tem toda a sua importância no sentido da solidariedade, e reforça a necessidade da unidade dos trabalhadores, na luta nas ruas, contra o regime de opressão da burguesia, que massacra os trabalhadores, que vem saqueando o patrimônio nacional e, no caso dos trabalhadores da luta por moradia e terra que vêm sofrendo as consequências da política dos especuladores imobiliários, dos latifundiários e seus governos.   

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A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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