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Mobilização continua

Servidores do BC anunciam nova paralisção e indicam greve

Após ataques do governo continuarem, e sem qualquer previsão de reajuste, servidores do BC indicam greve

Bancários em piquete em frente ao Banco – reprodução

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Em campanha salarial, os funcionários do Banco Central podem entrar em greve a partir de 09 de fevereiro, tendo como principais reivindicações, a reestruturação de carreiras e reajuste salarial.

O governo golpista do fascista Bolsonaro que se recusa a reajustar os salários dos servidores públicos está reestruturando os salários dos militares e aumentando os seus salários, enquanto o conjunto dos servidores que já estavam sem ter qualquer reajuste salarial, bem como qualquer reestruturação, continuam sem qualquer reajuste em seus salários.

Foram destinados por Bolsonaro R $1,7 bilhão do Orçamento de 2022 para reajuste salarial apenas aos servidores da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal e do Departamento Penitenciário Nacional.

A entrega do Banco Central aos banqueiros 

É importante ressaltar que a proposta de privatização do Banco Central do Brasil foi do governo entreguista Bolsonaro e aprovada, tanto pelo Congresso golpista, Câmara e Senado Federal, bem como pelo judiciário também golpista, que age, tanto como legislativo, executivo e judiciário, e que portanto não foi eleito pela população para exercer qualquer dessas funções.

Conforme o Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central do Brasil (SINAL), em reunião na última sexta-feira (21), o Conselho Nacional do sindicato aprovou proposta de indicativo de paralisação parcial, por quatro horas (de 8 às 12h), no próximo dia 9 de fevereiro. O entendimento é que, em vista da inércia da Diretoria do BC e da falta de qualquer sinalização positiva, serão necessárias novas, e ainda mais contundentes, ações em defesa da reestruturação de carreira, com reajuste salarial, nas próximas semanas.

Disse ainda que, como está prevista reunião com o presidente do BC, Roberto Campos Neto, Banco esse que no período entre 31 de janeiro e 4 de fevereiro, o indicativo de paralisação, que ainda será submetido a assembleia, foi para a semana seguinte.

Também está sendo realizada uma campanha entre os cargos comissionados de entrega como repúdio a atual situação, ou seja, que os 500 cargos sejam postos à disposição, como forma de pressionar a direção neoliberal do Banco Central.

A mobilização dos trabalhadores devem acontecer após as negociações com o presidente do BC, que ocorrerão entre os dias 31/01 a 04/02, onde serão tomadas as decisões em assembléias com os trabalhadores, tendo com data indicativa de uma paralisação no dia 09 de fevereiro, porém é necessária ampliação do movimento, uma vez que terá um caráter bastante limitado, ou seja, apenas quatro horas de paralisação.

É necessário a ampliação da mobilização, que todos os servidores se engajem nessa luta, bem como, a Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Casa da Moeda, Petrobras, Correios, Eletrobras, etc. para impor uma derrota à política de terra arrasada do Bolsonaro e sua trupe, como o neoliberal, golpista, banqueiro e ministro da economia Paulo Guedes, de privatização de todas as estatais do país, além da exigência pela reestatização de todas as empresas privatizadas.

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A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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