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Tantativa de privatizar

Imprensa golpista aprofunda campanha pela privatização do BB

O jornal Metrópoles divulga matéria distracionista cujo o objetivo fundamental é fazer campanha para os banqueiros privados em favor da privatização do Banco do Brasil

Banco do Brasil – Reprodução

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Todos aqueles, que tenham um mínimo de discernimento do que realmente são os órgãos de imprensa capitalistas, sabem muito bem que são instituições a serviço da burguesia, e que desempenham um papel de desinformação e manipulação das notícias para favorecer os interesses das classes dominantes.

Quem não se lembra das enxurradas de mentiras despejadas massivamente, todos os dias, pelos os monopólios das comunicações no Brasil nos recentes acontecimentos, desde o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2005, no caso do processo do mensalão, passando pela farsa da operação Lava Jato, impeachment da presidenta Dilma, prisão do Lula, a fraude da eleição de Bolsonora e, por assim vai. 

É uma imprensa calhorda e nojenta, ferramenta fundamental da burguesia para manipular a opinião pública para satisfazer os interesses do imperialismo, dos banqueiros e dos capitalistas.

Não é de hoje que essa imprensa vem sistematicamente realizando uma verdadeira cruzada contra as empresas estatais, cujo o objetivo é manipular a opinião pública, com o intuito de fazer uma campanha contra essas empresas e que, no final das contas, serve para fazer a propaganda para a privatização.

Foi assim que foi feito, já nos anos de 1990, com a introdução da política neoliberal no País, no governo Collor de Mello, quando a imprensa capitalista fez uma campanha gigantesca contra os trabalhadores e a instituição pública Banco do Brasil, com a política de “Caça ao Marajás” numa verdadeira cruzada de propaganda com o objetivo de privatizar o banco. 

Ao longo de todos esses anos, a tentativa de privatização do Banco do Brasil só vem se intensificando e, somente não aconteceu, devido a força da mobilização dos trabalhadores bancários e de suas organizações de luta, que vem impedindo as tentativas de entrega desse gigantesco patrimônio nacional.

Mas, os bonecos de ventríloquo, não deixam de desempenhar o seu papel de ataques às estatais. 

No último dia 15 de maio, um desses órgãos da imprensa golpista, Metrópoles, cujo o seu fundador é, nada menos, o ex-senador pelo Distrito Federal, condenado por desviar milhões de reais nas obras do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo (TRT-SP), um dos maiores casos da sua folha corrida na justiça, sem falar que ele ainda continua a ser um dos maiores empresários na Capital Federal, Luiz Estevão, publicou uma matéria “denunciando” que a “cúpula do Banco do Brasil tentou reajustar salário de R$ 68,7 mil do presidente”. A matéria faz todo um relato em relação aos salários e benefícios do presidente, vice-presidentes e diretores, demonstrando o quanto são privilegiados esses setores do banco. O que chama a atenção na matéria, é que esses privilégios, segundo o Metrópoles, se contrapões à situação “vivida pela maioria dos brasileiros diante da alta da inflação e da vertiginosa subida dos preços de insumos básico”, em comparação ao lucro líquido anunciado recentemente pelo BB no valor de R$ 6,6 bilhões. Ou seja, para quem lê a matéria, uma das conclusões que se poderia tirar seria: pra quê um banco público que em um lucro, todos os anos, astronômicos, onde os se tem setores extremamente privilegiados, cujo o lucro só serve para beneficiar meia dúzia de pessoas?!

Na matéria, a contradição entre os restantes dos funcionários e a direção do banco é comentada en passant, com grande menosprezo sem nenhum destaque, isso sem falar que não há uma linha sequer, mesmo contando com uma direção que faz um papel de satisfazer os acionistas do banco, que o BB desempenha um papel social de extrema importância. Claro que nesse governo, fruto de um golpe de Estado, esse papel ficou relegado ao 20º plano, mas o Banco do Brasil, assim com a Caixa Econômica Federal, BNDES e os demais bancos públicos tem um papel de fundamental importância no desenvolvimento social. 

Na verdade, o que está por trás desse tipo de campanha, é a velha propaganda clássica da política neoliberal do Estado mínimo, de que o setor público é ineficiente e abriga somente privilegiados, ou seja, a propaganda da privatização, que no final das contas é a propagando de entregar o patrimônio nacional para os banqueiros e capitalistas nacionais e internacionais. No caso do Banco do Brasil, estão de olho grande num ativo líquido de mais de R$ 1,9 trilhão, que um lucro anual de cerca de R$ 10 bilhões. É isso sim que os abutres capitalistas estão interessados, e contam com a sua imprensa venal para desempenhar esse papel, de tentar cooptar a opinião pública.  

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O Diário Causa Operária atravessa um momento decisivo para o seu futuro. Vivemos tempos interessantes. Tempos de crise do capitalismo, de acirramento da luta de classes, de polarização política e social. Tempos de pandemia e de política genocida. Tempos de golpe de Estado e de rebelião popular. Tempos em que o fascismo levanta a cabeça e a esquerda revolucionária se desenvolve a olhos vistos. Não é exagero dizer que estamos na antessala de uma luta aberta entre a revolução e a contrarrevolução. 

A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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