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Greve Nacional da Educação

Greves dos professores forçam STF a reiterar reajuste do Piso

Unir os professores em uma grande plenária para iniciar uma greve que coloque em xeque essa política de rapina

Os professores devem paralisar até que suas demandas sejam atendidas – foto:reprodução

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Desde o início do ano os professores de norte a sul do país tem lutado pelo piso salarial. Uma lei sancionada nos governos Lula-Dilma e tem gerado polêmica entre os estados, municípios e União.

O governo Bolsonaro para fazer demagogia em um ano eleitoral mando os estados e municípios pagarem o piso de 33,24%, um acumulado de dois anos da inflação. É preciso que os estados e municípios cumpram a lei, pois os professores diante da inflação estão com os seus salários arrochados.

As greves desde o começo do ano tem estourado em vários estados e municípios, alguns até obtiveram êxito, porém outros seguem em greve.

Estados como Minas Gerais, Ceará e Rio Grande do Norte, depois de lutas intensas conquistaram o reajuste de 33,24%. Outros estados como São Paulo e RS já marcaram suas paralisações com indicativo de greve. O Piauí é o Estado que continua em greve pelo piso.

Diante de vários movimentos, alguns vitoriosos e outros nem tanto, é preciso que a CNTE que é um órgão nacional dos professores chame uma Plenária Nacional para debater uma greve nacional da categoria, pois a luta do piso unifica à luta dos trabalhadores.

As lutas isoladas são mais difícil de obter êxito, uma luta nacional que parasse o país, pois os maiores sindicatos pertence aos professores, um exemplo e a Apeoesp e a APP que nos últimos anos apesar da situação lastimável dos professores tem realizado importantes greves.

É preciso ir além, o piso é apenas o começo, pois os professores são os profissionais com ensino superior que pior ganha no país. A crise econômica e a inflação tem gerado desespero nos professores, que além dos salários arrochados, estão perdendo direitos históricos. Um exemplo é o Estado de São Paulo, onde o PSDB reina há mais de 30 anos, sucateou e dividiu os professores.

É preciso sair as ruas para colocar em xeque essa política nefasta do neoliberalismo, onde os serviços públicos são escasso e de péssima qualidade. É preciso dar um basta a essa política de rapina e derrotar o golpe de 2016. É preciso sair as ruas para garantir o Piso e a candidatura de Lula.

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O Diário Causa Operária atravessa um momento decisivo para o seu futuro. Vivemos tempos interessantes. Tempos de crise do capitalismo, de acirramento da luta de classes, de polarização política e social. Tempos de pandemia e de política genocida. Tempos de golpe de Estado e de rebelião popular. Tempos em que o fascismo levanta a cabeça e a esquerda revolucionária se desenvolve a olhos vistos. Não é exagero dizer que estamos na antessala de uma luta aberta entre a revolução e a contrarrevolução. 

A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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