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Campanha emergencial de 30%

Frigoríficos estão intensificando o regime de escravidão

Além de aumentar o preço de seus produtos muito acima da inflação, patrões de frigoríficos estão retirando todos os direitos dos trabalhadores

Trabalhadores em frigoríficos na linha de produção – reprodução

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Os patrões dos frigoríficos no estado de São Paulo, um dos setores que mais lucros obtiveram durante os dois últimos anos, mesmo com a pandemia, onde mais de 250 mil trabalhadores foram contaminados, resolveram impor ainda mais o regime de escravidão aos seus trabalhadores. Agora os operários estão sendo obrigados a trabalharem aos domingos e feriados, como se fossem dias normais, ou seja, não recebem como hora extra e, quando conseguem tirar folga, os patrões só dão um único dia.

Os trabalhadores, desta forma, praticamente ficam na fábrica de segunda a segunda, sem gozar do seu direito ao descanso. Essa é uma das denúncias de operários em frigoríficos, como ocorreu no Kienast, empresa localizada em Santo André, município da grande São Paulo.

Várias outras denúncias foram levantadas por trabalhadores desse setor, como por exemplo, a ocorrência de demissões de trabalhadores às vésperas da aposentadoria, enquanto os que ficaram nas empresas fazem serviço dos que foram demitidos.

Há no setor frigorífico, o que se pode chamar de volta ao período colonial, quando o regime de escravidão era institucionalizado.

A situação imposta pelos patrões  de frigorífico se sancionada pelo governo golpista do fascista Bolsonaro, bem como, a golpista, latifundiária e ministra da agricultura Tereza Cristina, o que fez com que alcançaram lucros exorbitantes, como o que ocorreu no grupo JBS/Friboi, onde obteve, em apenas 3 meses, no terceiro trimestre de 2021 o lucro líquido de R$ 7,6 bilhões é de total desrespeito à condição humana de seus funcionários, enquanto suas contas bancárias vão se avolumando cada vez mais e os preços dos produtos de carne continuam aumentando mais e mais.

Diante dessa situação, o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Carne, Derivados e do Frio no Estado de São Paulo lançou, neste mês de janeiro a campanha de 30% de reajuste salarial de emergência, bem como, do aumento automático dos salários toda vez que a inflação ultrapassar a marca de 3%, para que os operários possam diminuir a defasagem entre os preços e o salários que, com a política sórdida de matar o povo de fome, a manipulação da inflação e o aumento absurdo dos produtos, atenue um pouco a tamanha sorte de coisas que os trabalhadores estão passando.

O Sindicato dos Frios está realizando reuniões com os trabalhadores nas proximidades das fábricas, como forma de impulsionar a campanha através de panfletagens, colagens de cartazes e atividades, em favor dessa reivindicação fundamental.

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A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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