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Escola com fascismo

Entidades convocam ato contra agressão à presidenta da APEOESP

É preciso enfrentar essa política, pois a tentativa de barrar o sindicato mostra que o governo quer impor sua política de terre arrasada, tirando diversos direitos

Presidente da Apeoesp e deputada pelo PT, Bebel – Foto: reprodução

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No dia 18 de novembro, a Presidenta da Apeoesp e deputada estadual pelo PT, Maria Isabel Noronha (Bebel) foi impedida de forma truculenta por seguranças quando tentou entrar na SEDUC (Secretaria de Educação) para entregar as reivindicações referente ao ensino de jovens e adultos, o CEEJA.

O governo golpista de Doria publicou uma Resolução SEDUC 119/2021 que reduz o currículo dos CEEJA, suprime disciplinas importantes da área de humanidades (História, Geografia, Sociologia, Filosofia e outras). Doria aproveitando do vácuo da esquerda que ficou, e ainda em certa medida fica, com a política do “fica em casa”, tem feito diversas leis e resoluções que massacram os professores e os alunos.

Frente a essa situação a presidenta da Apeoesp tem solicitado há diversos meses uma reunião com o secretário de educação para debater esse tema e outros.

Há um desmonte da escola pública paulista, principalmente o ensino noturno e o CEEJA, um ataque direto os alunos que trabalham e precisam do programa para acabar seus estudos. O objetivo desse governo é reduzir as escolas, em 2015 o governador também do PSDB, Geraldo Alckmin queria com “reorganização” fechar mais de mil escolas, foi barrada com a combativa greve e a ocupação de 200 escolas.

A política de desmonte da educação pública vem sendo aprofundada pelo governo Doria, um exemplo é as PEIs e as escolas militares, onde o ensino noturno é suprimido os direitos básicos dos profissionais de educação.

É preciso enfrentar essa política, pois a tentativa de barrar o sindicato mostra que o governo quer impor sua política de terra arrasada, atacando diversos direitos com a PLC-26, reduzindo as aulas do CEEJA entre outras atrocidades.

Nossa solidariedade a Presidenta da Apeoesp que foi coagida por segurança que não a deixaram entrar, um absurdo porque a SEDUC deve ser um lugar onde todos os profissionais de educação tenham acesso ao prédio, isso mostra o quanto ditatorial é o governo Doria que tem impedido professores de entrarem na SEDUC e na ALESP.

Diante dessa situação é preciso mobilizar os trabalhadores da educação e os trabalhadores no geral, pois os golpistas querem privatizar tudo, como o Doria nas prévias do PSDB disse que vai privatizar Correios, Petrobrás e depois a educação. Os sindicatos têm que colocar o bloco na rua e com greve da categoria para reverter essa situação.

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A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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