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Eleição sindical

Eleição para nova diretoria dos Sindicato dos Bancários do DF

Somente a unidade da categoria pode barrar a ofensiva dos banqueiros sanguessugas

É preciso intensificar a luta dos trabalhadores por meio da unidade com todas as categorias do Brasil – Foto: Reprodução

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Em meio a uma crise política econômica sem precedentes na história do País, com a situação salarial dos trabalhadores, entre os quais os bancários, atingiram níveis insuportavelmente baixos, realizar-se-ão entre os dias 2 e 6 de maio as eleições para a nova diretoria do Sindicato dos Bancários de Brasília.

É de fundamental importância a realização de um amplo debate sobre a situação em que os bancários se encontram, e quais as tarefas que se colocam para o próximo período.

A cada dia que passa, ficam ainda mais insuportáveis as condições de vida e de trabalho a que estão submetidos os trabalhadores e o conjunto da população explorada.

Para salvar da bancarrota os lucros de um punhado de ricos banqueiros, industriais, latifundiários, especuladores e parasitas de toda a sorte, e tentar conter a crise política de seu governo, tudo o que os banqueiros têm a oferecer são ataques cada vez mais violentos contra as já duras condições de vida da categoria bancária: arrocho salarial, demissões, aumento de impostos, ataques a aposentadoria, privatizações, destruição da Previdência, sucateamento da Educação, Saúde, etc.

Somada ao acirramento da crise da economia capitalista nacional, a política do governo de Bolsonaro é de sustentar o parasitismo dos banqueiros com o dinheiro público, o que conduz o Estado burguês à bancarrota financeira. Aqui, vale lembrar que o governo Bolsonaro colocou a disposição dos bancos R$ 1 trilhão logo no começo da Pandemia do coronavirus, quando o crédito privado ficou restritivo devido ao avanço da crise financeira mundial.

Em nenhum governo da história do País as instituições financeiras obtiveram tanto lucro. O lucro líquido dos banqueiros em solo brasileiro, em 2021, bateu todos os recordes. O Banco do Brasil lucrou R$ 19,7 bilhões; a CEF registrou um ganho de R$ 17,3 bilhões; o Itaú/Unibanco, R$ 25 bi; o Bradesco alcançou a marca de R$ 22 bi e o Santander Brasil, R$ 15 bi. Juntos, lucraram quase R$ 82 bilhões em 2021, um aumento de 32,5% em relação ao ano anterior.

Enquanto isso, a categoria bancária encontra-se numa situação de verdadeiro desespero financeiro. Hoje, o contracheque, quando não é integralmente engolido pelas “dívidas” com o banco (dadas às extorsivas taxas de juros cobrada pelo cheque especial, cartão de crédito etc.), sequer consegue suportar os primeiros dias do mês. Soma-se a isso a entrega ao banco de conquistas históricas, como licenças prêmios, abonos, folgas féria etc. Tudo para saldar as “dívidas” que já se tornaram verdadeiras bolas de neve.

Nesse sentido, cresce em meio ao conjunto dos explorados do país um incontido sentimento de revolta e um enorme potencial de luta, já demonstrado pelos diversos movimentos grevistas que eclodiram e vão eclodindo pelo país (Metalúrgicos da CSN, Trabalhadores do Banco Central, Servidores Públicos, Professores dos estados de Minas Gerais e Piauí, Garis do Rio de Janeiro, entre outros). A tarefa central é preparar e organizar uma forte reação unitária do conjunto dos trabalhadores contra a ofensiva dos patrões e do governo reacionário de Bolsonaro.

Para a categoria bancária, nesse processo das eleições para o sindicato, a luta em defesa das necessidades mais sentidas dos bancários passa antes de tudo pela organização independente em relação aos banqueiros e seus governos, para lutar pelas reivindicações mais sentidas da categoria, como a reposição das perdas salariais, a luta contra as demissões, contra as privatizações, terceirização, pela estabilidade no emprego para toda a categoria e a manutenção de todos direitos conquistados e assegurados no atual acordo coletivo de trabalho.

Nesse momento, a única forma de barrar a ofensiva dos banqueiros e seu governo, e arrancar nossas reivindicações, é unificar os trabalhadores bancários e preparar um forte movimento unitário de toda a categoria, a partir dos locais de trabalho.

O processo eleitoral para o Sindicato dos Bancários de Brasília, abre a possibilidade de se fazer um amplo debate de toda a categoria do Distrito Federal sobre as verdadeiras necessidades dos trabalhadores bancários, que precisam estar vinculadas, umbilicalmente, com outras categorias. Deve ser um momento para uma mobilização mais efetiva que tem como objetivo organizar um forte movimento nacional para derrotar o golpe de Estado, os banqueiros (a categoria bancária já se encontra em campanha salarial), para derrotar o golpe, pelo Fora Bolsonaro e todos os golpistas e, acima de tudo, por Lula presidente.

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A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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