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Dia 29 de Maio

Trabalhadores dos Correios foram às ruas contra a privatização

Assim como os trabalhadores dos Correios, sair as ruas por Fora Bolsonaro e abaixo as privatizações

Trabalhadores dos Correios em greve – Foto: Reprodução

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O vitorioso ato do dia 29 de maio, que ocorreu em mais de uma centena de cidades por todo o País, mostrou que a única alternativa viável de luta dos trabalhadores e dos setores oprimidos contra o governo Bolsonaro e a política neoliberal catastrófica do conjunto da burguesia, é a mobilização popular e a unidade da classe trabalhadora. O ato, que tinha como palavra de ordem central, o Fora Bolsonaro e a vacinação já, incluiu também outras demandas fundamentais da classe trabalhadora e de interesse nacional, como a luta contra as privatizações, em especial dos Correios e da Eletrobrás.

Os trabalhadores dos Correios tiveram presença marcante nos atos em diversas cidades, como São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre dentre muitas outras. Embora não visse, na maioria dos casos, uma presença ampla e organizada dos Sindicatos e da federação da categoria,  a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (FENTECT), diante da gravidade da situação na qual os mais de 100 mil trabalhadores dos Correios estão ameaçados pela privatização e outros ataques, muitos ecetistas e alguns sindicatos aderiram aos atos e chamaram os trabalhadores a participarem, rompendo limitadamente com a política de “fique em casa”, ou seja, de paralisia que se assenhoreou do movimento operário e popular por um mais de um ano.

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A privatização dos Correios, assim como outras que o governo tenta impor ao País, constitui um verdadeiro crime contra os direitos da população, contra a economia nacional, contra os interesses nacionais. O serviço realizado pelos Correios é um serviço estratégico do estado nacional, permite que todo o cidadão brasileiro se integre na atividade econômica nacional, uma maior integração entre as diferentes regiões do país. A quebra do monopólio estatal e a privatização será a exclusão de populações inteiras desse mercado econômico e de comunicação que os Correios permitem.

É possível comprar um livro no Rio Grande do Sul e recebê-lo no Amapá, sem ter de pagar valores extraordinários, graças a existência dos Correios, que está presente em cada um dos 5.570 municípios do país. A privatização será um duro golpe na interação econômica, comunicacional e cultural no país, isso porque o serviço passando ao setor privado, primeiro será encarecido, segundo, regiões inteiras deixaram de ser atendidas por falta de interesses dos capitalistas e sem concorrência estatal o serviço será péssimo. O impacto na atividade econômica e de comunicação será enorme.

É um serviço essencial ao país e a cada cidadão, já que garante o seu direito de participar da atividade econômica, de informação, de acesso à cultura, seja efetivado por meio do serviço dos Correios. A privatização dos Correios só interessa aos capitalistas, será desastrosa para o povo. Sem contar os números de desempregados e a destruição de uma empresa nacional de 350 anos que acarretará a sua privatização. É um crime contra o povo brasileiro.

Os trabalhadores dos Correios, ao engrossar as manifestações do último dia 29 de maio, realizaram um movimento de suma importância nessa luta contra o crime da privatização. Mostrou-se com isso que a luta contra a privatização deve ser pela via da mobilização, e da mobilização massiva, do enfrentamento ao governo Bolsonaro e ao conjunto dos capitalistas que querem a todo custo consumar mais esse crime contra o povo brasileiro.

A sua participação, demonstra ainda, da unidade da classe trabalhadora, de toda a população para a vitória dessa luta, a Estatal é de interesses de todo povo brasileiro, sua permanência como empresa 100% estatal se coloca como um dos objetivos estratégicos de todo o movimento operário, popular, camponês e democrático.
Não é apenas uma reivindicação de uma categoria, mas o objetivo das massas populares. Essa unidade da classe trabalhadora ali realizada em seus primeiros passos, é a única força capaz de barrar a privatização.

Mas é preciso avançar, as mobilizações devem continuar, retirar um plano de lutas contra o governo Bolsonaro e o conjunto da burguesia, que dentre outras coisas, querem entregar os Correios aos capitalistas, notadamente internacionais. É preciso a unidade com outras categorias que também estão sendo atacadas, como é o caso dos trabalhadores da Eletrobrás.

O movimento massivo por fora Bolsonaro é imediatamente um movimento em favor das estatais, esse amplo movimento deve se expandir ainda mais agrupando todas as categorias operárias, do movimento camponês, das classe trabalhadora em geral. Deve ainda se radicalizar, o papel dos operários do Correios e da classe operária em geral é fundamental nesse processo. Atos de rua sistemáticos e massivos, greves, ocupações de fábrica, greves gerais, eis o programa de luta que de uma só vez pode pôr abaixo o governo e nos livrar das privatizações. A luta radical está na ordem do dia, sem ela o governo reacionário não cederá um milímetro.

Os atos de 29 de maio contribuíram para derrotar a política do “fique em casa”, mas é preciso enterrá-la de vez com um grande avanço do movimento operário, os trabalhadores dos Correios têm papel de destaque nesse avanço da classe operaria contra o conjunto da política da burguesia de destruição nacional e o genocídio da população que estão realizando..

Assim como os operários dos Correios e diversas categorias, sair às ruas por fora Bolsonaro, abaixo as privatizações.

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A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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