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Volta ao trabalho presencial

BB insiste em matar mais com volta ao trabalho presencial

A direção do Banco do Brasil insiste em mesa de negociação para a volta ao trabalho presencial para quem se encontra em remoto quando apenas 61% da população tomou a 2ª dose

Banco do Brasil – Foto Reprodução

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Quando fechávamos a edição deste número do DCO, a direção do Sindicato dos Bancários de Brasília estava organizando, de forma virtual, debate sobre as questões que envolvem as condições de retorno ao trabalho presencial dos funcionários do Banco do Brasil, que se encontram, hoje, trabalhando de forma remota.

O caso dos bancários do BB, em Brasília, é uma questão fundamental, já que a maioria dos trabalhadores, na Capital Federal, são funcionários que estão lotados nas dependências da Direção Geral e na Tecnologia do banco. São dezenas de milhares de trabalhadores que ocupam diversos prédios do banco, como por exemplo as três torres, localizada na parte central de Brasília, onde estão lotados mais de 5 mil trabalhadores, dentre funcionários efetivos, estagiários e trabalhadores de empresas terceirizadas.

A direção golpista e genocida do BB, seguindo as orientações do governo ilegítimo Bolsonaro, vem sistematicamente determinando o retorno ao trabalho presencial de seus funcionários e, para isso, está tocando o terror através de ameaças aos trabalhadores para que retornem. Em resposta, a categoria, sabiamente, não aderiu à determinação, pelo motivo óbvio de risco de morte. Todo mundo sabe que, na pandemia, houve um aumento exponencial de desligamentos de funcionários, nesse período, por motivo de morte, na ordem de 200% e o aumento das mortes são pelos motivos que todo mundo sabe também: as agências bancárias sempre permaneceram lotadas, dentro e fora das suas dependências e nunca foram disponibilizados teste de covid para os bancários, máscaras apropriadas e o distanciamento nunca foi respeitado.

O número gigantesco de mortes de contaminação na categoria bancária não deixa dúvida em relação à política dos banqueiros e seus governos para com os seus trabalhadores: que se dane a vida das pessoas que, para eles, são considerados apenas como números, o que interessa é o lucro para satisfazer os interesses de meia dúzia de parasitas, que não se submeteram em momento algum qualquer tipo de risco em relação à pandemia. Estão em suas mansões, se deliciando dos prazeres da vida enquanto os bancários morrem feito moscas para manter os privilégios dessa camada de sanguessugas.

Em contrapartida às deliberações do banco, as direções sindicais, equivocadamente, entram na conversa fiada dos banqueiros, como sempre prometem mundos e fundos, e pautam reivindicações para que os bancários tenham um retorno “mais seguro”.

Em Brasília, a vacinação continua em passos lentos, apenas 61% de toda a população tomou a segunda dose da vacina. Segundo especialista na área de saúde, para que se tenha um mínimo segurança em relação à contaminação, 80% da população devem estar completamente imunizadas. Então não faz sentido as entidades de luta dos trabalhadores participar de mesa de negociação com os banqueiros genocidas para discutir um retorno ao trabalho. A palavrada de ordem dos sindicatos deve ser um vigoroso NÃO ao retorno ao trabalho presencial. Volta ao trabalho só depois que 80% de toda a população estiver devidamente imunizada.

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A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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