Uma política para a CUT e os sindicatos diante do recorde de fome

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Campanha salarial

Bancários do DF farão seus Congressos para definir pauta de luta 

Preparar toda a categoria bancária nessa campanha salarial para as próximas lutas que virão contra os banqueiros sanguessugas dos trabalhadores e dos explorados

Bancos se apoiam nos trabalhadores e, literalmente, sugam a vida de bancários – Foto: Reprodução

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Está marcado, entre os dias 20 e 21 de maio, o 11º Congresso Distrital dos Bancários do DF e Entorno, onde a categoria bancária de Brasília irá discutir e aprovar a pauta de reivindicações que serão levadas para os congressos nacionais de bancos específicos e para a Conferência Nacional de toda categoria, a ser realizada na cidade de São Paulo no começo de junho, dando início à campanha salarial dos bancários.

A campanha salarial da categoria bancária acontece num momento em que os trabalhadores estão submetidos a condições de vida insuportáveis. Não há dúvida que o governo reacionário de Bolsonaro não tem solução para a profunda crise econômico-financeira do País, resultado da grave crise do conjunto da economia capitalistas mundial.

O resultado da política neoliberal, do atual governo, vai no sentido de sacrificar, cada vez mais, os trabalhadores e a população em geral, para salvar da bancarrota os lucros de um punhado de ricos banqueiros, industriais, latifundiários, especuladores e parasitas de toda sorte, e tentar conter a crise política de seu governo.

O menu de ataques, oferecido para os trabalhadores, são cada vez maiores: arrocho salarial, demissões em massa, aumento de impostos, ataques à aposentadoria, privatizações, terceirizações. Ou seja, lançar nas costas dos trabalhadores e de toda a população explorada todo o ônus da especulação e da orgia capitalistas nacional e internacional.

Os poucos bancos públicos estaduais, que não foram privatizados no famigerado governo de FHC (PSDB), estão sendo preparados para serem entregues aos banqueiros nacionais e internacionais, assim como o BNDES, Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil nos quais, através da política de reestruturação, milhares de trabalhadores estão sendo jogados no olho da rua e centenas de agências e dependências bancárias fechadas.

Os trabalhadores bancários se encontram hoje numa situação de verdadeiro desespero financeiro. A inflação galopante corrói ferozmente os salários. Hoje, o contracheque dos funcionários, quando não é engolido integralmente pelas dívidas com os banqueiros, sequer consegue suportar os primeiros dias depois de receber os seus vencimentos.

Com a falta de pessoal na categoria, o bancário está obrigado a realizar, em muitas das vezes, o serviço de dois ou mais trabalhadores, e o terrorismo executado pelos chefetes de plantão para o atingimento de metas de venda de produtos, tem levado, literalmente, os bancários à loucura. Aumentou consideravelmente, no último período, o índice de suicídios na categoria.

Estudos realizados pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Econômicos (Dieese), analisando os dados da Previdência Social, constatou que os bancos são responsáveis por 15% dos afastamentos por causas mentais entre os setores da atividade econômica.

Enquanto nos demais setores a elevação de pagamento de benefícios por Transtorno Mental foi de 19,4%, no setor bancário, chegou a 70,5%. Para ilustra a situação desesperado na qual passa a categoria, na semana passada, dois casos aconteceram no estado de Pernambuco, na grande Recife, em que um funcionário do Itaú se atirou do prédio da sua casa e um funcionário do Banco do Brasil tirou a própria vida se jogando do Ed. Sede do BB em Recife.

Para o Secretário de Saúde da Contraf/Cut, Mauro Salles, no caso dos suicídios nos locais de trabalho, ele cita o psiquiatra francês, Christophe Dejours: “o fato de as pessoas irem suicidar-se no local de trabalho tem obviamente um significado. Os suicídios nos locais de trabalho são reveladores de profunda degradação da vida e da solidariedade, fato que não pode ser banalizado. É uma mensagem extremamente brutal e aponta ligação com as situações de trabalho.” (site Contraf/CUT)

Por toda essa situação, há na categoria bancária um incontido sentimento de revolta e, nesse sentido, um enorme potencial de luta. Confrontados pelos duros ataques cada vez mais violentos dos banqueiros e seus governos, os trabalhadores são obrigados a lutar.

A tarefa central que se coloca nesse momento e, oportunamente, nos congressos e conferências da categoria, é preparar e organizar uma forte reação unitária do conjunto da categoria bancária contra a ofensiva dos patrões. Ter com uma das pautas principais para a luta contra o golpe o Fora Bolsonaro e todos os golpistas. Organizar comitês de luta em todos os locais de trabalho que tenha como palavra de ordem principal Lula Presidente, por um governo dos trabalhadores. Essa é a principal campanha do momento.

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