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65% dos beneficiários do Auxílio Brasil reprovam governo

Entre os que não recebem o benefício, desaprovação é de 58%

Auxílio Brasil – Reprodução

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─ CUT ─ Aposta eleitoral de Jair Bolsonaro (PL) para tentar reverter a vantagem do ex-presidente Lula (PT), que lidera a corrida eleitoral com 43% das intenções de voto no 1º turno, o aumento de R$ 400 para R$ 600 no valor do Auxílio Brasil, apenas até dezembro, não alterou a avaliação ruim que os eleitores de baixa renda têm sobre o governo federal.

De acordo com a nova rodada da pesquisa PoderData, 65% dos brasileiros que receberam alguma parcela do Auxílio Brasil no último mês desaprovam o governo. Entre os que são beneficiários do programa, 32% aprovam a gestão Bolsonaro. Já entre aqueles que dizem não ter recebido alguma parcela do benefício no mês anterior da pesquisa, a taxa de aprovação é de 39%, enquanto a de reprovação é 58%.

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Têm direito ao Auxílio Brasil famílias em situação de extrema pobreza; famílias em situação de pobreza; e famílias em regra de emancipação.

As famílias em situação de extrema pobreza são aquelas que possuem renda familiar mensal per capita de até R$ 105,00 (cento e cinco reais), e as em situação de pobreza com renda familiar mensal per capita entre R$ 105,01 e R$ 210,00 (cento e cinco reais e um centavo e duzentos e dez reais).

Entre os eleitores com renda renda familiar de até 2 salários, muitos deles beneficiários do programa, 48% declararam que pretendem votar em Lula no dia 2 de outubro.

A pesquisa foi realizada de 31 de julho a 2 de agosto, portanto, depois da aprovação da Proposta de Emenda à Constituição que driblou a lei eleitoral e autorizou o aumento no benefício.

Considerando toda a população, independentemente da faixa de renda, a desaprovação ao governo Bolsonaro é de 57% e a aprovação é de 39%.

Segundo o PoderData, esta rodada da pesquisa é a última antes do início do pagamento de R$ 600 do Auxílio Brasil. O novo valor será pago em 5 parcelas até dezembro. A 1ª parte será liberada de 9 a 22 de agosto. Dessa forma, ainda não é possível prever o impacto do aumento na imagem do governo.

Metodologia da pesquisa

A pesquisa foi realizada pelo PoderData, empresa do grupo Poder360 Jornalismo, com recursos próprios, e divulgada em parceria editorial com a TV Cultura.

Os dados foram coletados de 31 de julho a 2 de agosto de 2022, por meio de ligações para celulares e telefones fixos.

Foram 3.500 entrevistas em 322 municípios nas 27 unidades da Federação.

A margem de erro é de 2 pontos percentuais. O intervalo de confiança é de 95%. O registro no TSE é BR-08398/2022.

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A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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