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Rui Costa Pimenta

Sobre o Rui

Rui Costa Pimenta nasceu em 1957 em São Paulo. É neto de João Jorge da Costa Pimenta, fundador do Partido Comunista, em 1922, e um dos introdutores do trotskismo no Brasil.

Quando adolescente, viveu durante um ano na Inglaterra, onde teve seu primeiro contato com a literatura comunista. De volta ao Brasil, iniciou sua militância no movimento estudantil quando cursava Jornalismo na Faculdade Cásper Líbero. Foi estudante da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, onde militou na Liberdade e Luta (Libelu), principal agrupamento estudantil trotskista.

Em 1979, participou do XXXI Congresso de Refundação da União Nacional dos Estudantes (UNE). Foi também um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores (PT) no ano seguinte, já militando na Causa Operária – surgida de uma ruptura da Organização Socialista Internacional (OSI) -, que tornou-se a mais combativa corrente interna do PT.

Desde seu início, em 1979, trabalhou na redação do Jornal Causa Operária. Em 1991, após uma forte campanha contrarrevolucionária por parte do setor majoritário do PT, Causa Operária foi expulsa do partido e, em 1995, constituiu-se como partido político, presidido por ele.

Presidente do PCO. Militante trotskistas há mais de 40 anos. Escritor, jornalista e palestrante.

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Estado racista

Pelo fim do Estado de Israel

Resposta à coluna de Mauro Nadvorny

Rui Costa Pimenta

Na última quarta-feira (13), Mauro Nadvorny, que se apresenta como administrador do grupo Resistência Democrática Judaica, publicou no Brasil 247 um artigo pedindo o fim do PCO. O motivo é este: o PCO publicou uma arte para sua campanha de filiação pedindo o fim do Estado de Israel. Nadvorny se apresenta também como perito em veracidade, seja lá o que for isso, mas apresenta um artigo calunioso e francamente ignorante da realidade e da posição do PCO sobre o tema.

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Após decretar ritualmente a insignificância do PCO, Nadvorny consegue concatenar a ideia central que para ele justifica pedir o fim do PCO, o PCO seria igual aos nazistas. Vejamos o texto:

“Mas quando um partido se coloca pelo fim do Estado de Israel, estamos falando de um partido com uma retórica antissemita. Um dos valores da esquerda é o seu humanismo, sua preocupação com a vida, não desejamos a destruição de nenhum país, de nenhum povo. Lutamos por mudanças que levem a um mundo melhor para todos. Colocar em um panfleto uma mensagem destas é o anúncio de que de esquerda o PCO não tem nada diferente do Partido Nazista. São iguais em número, gênero e grau.”

Em outra passagem, Nadvorny ainda aparece com a ideia de fim dos Estados Unidos, como se isso fosse algo parecido com nossa proposta em relação a Israel. Vejam só:

“Quem sabe a destruição dos imperialistas americanos. Com o fim dos EUA, os operários comeriam menos junk food, tomariam menos refrigerantes e a saúde dos trabalhadores teria uma melhora substancial.”

Ainda no esforço para criticar uma posição que ele nem mesmo entende, Nadvorny apresenta a seguinte ideia:

“Eu fico me perguntando a todo momento que diferença faz para o operário brasileiro a existência, ou não de outros países. Vamos imaginar desejar o fim da Argentina. Talvez isto tirasse um rival dos gramados e consequentemente a seleção canarinho teria um caminho mais fácil na Copa América. Isto traria mais felicidade à classe trabalhadora.”

Como vemos aqui tratamos com um flagrante caso de ignorância política que beira a infantilidade ou de pura má-fé. Nosso crítico busca apresentar nossa posição como uma posição de extermínio do povo judeu. Ele busca dizer que liquidar o Estado de Israel seria acabar com o povo judeu, uma completa falsificação. 

Vejamos os dados elementares da questão. O Estado de Israel é um país com religião oficial de Estado, estabelecido em 1948 na Palestina contra a vontade da maioria do povo daquele território naquele momento e com apoio do imperialismo mundial e até mesmo do stalinismo. Ocorre que o espaço geográfico onde ele se situa já estava ocupado, por um outro povo civilizado, com outra religião que não o judaísmo: os árabes palestinos. Os dois povos estão em guerra desde então por conta da ocupação de espaço já reivindicado. Como se não bastasse isso, Israel, uma potência militar, a única potência nuclear no Oriente Médio, pelas graças do imperialismo, tem promovido uma política de expansão territorial brutal e transformou a Palestina num gigantesco gueto, uma ironia da história. Este ano, após muita tergiversação, a Anistia Internacional, um instrumento do imperialismo, foi obrigada a reconhecer que Israel de promove um apartheid contra os palestinos e comete crimes contra a humanidade. Nadvorny diz que um dos valores da esquerda é o “humanismo”, este belo valor termina para ele onde o começa o território ocupado pelo Estado de Israel. 

O PCO sempre defendeu o fim do Estado de Israel por ver o óbvio: não somos favoráveis em geral a estados religiosos e raciais, ou seja, excludentes do restante da população que não pertence a determinada raça ou religião, somos favoráveis a um Estado democrático que represente os interesses de todos, independentemente de credo, de raça ou outras distinções. O Estado de Israel não é nada disso. Os palestinos foram expulsos do seu país e espalhados pelo mundo como há muito o Império Romano fez com os próprios judeus. Uma parte da população palestina vive hoje em uma região administrativa artificial sem quaisquer condições reais de vida, um verdadeiro gueto como o imperialismo alemão fez uma vez com os judeus.

O Estado de Israel numa sanha provocativa ainda declara que a cidade de Jerusalém, considerada sagrada para os judeus, para os cristãos e os islâmicos, é a capital do Estado judeu! Não é preciso um perito em veracidade para ver que isto jamais terá fim e será uma guerra permanente. Mas isso significa varrer as milhões de famílias judaicas da região? Significa estabelecer um Estado islâmico e ver os judeus julgados pela Shária? Não. No território disputado hoje, não pode nem haver califado nem Estado Judeu, ao menos do nosso ponto de vista. 

Só pode haver um Estado Laico, uma república e um sistema de governo que garanta os direitos de todos os grupos étnicos e religiosos sem exceção. Tanto os judeus como os islâmicos têm motivos histórico-religiosos para dizer que aquela terra é deles, mas não se trata de julgar quem está certo e quem está errado. Nenhum lado aceitará ser despossuído do seu território. Trata-se de corrigir uma barbaridade que tem sido feita aos árabes desde 1948, trata-se de acabar com o genocídio palestino e de liquidar um enclave militar do imperialismo na região. Os judeus podem ficar, o Estado genocida tem que ir, tem que ser derrubado, tem que ser destruído e substituído por um Estado democrático. Nesse sentido, com uma disputa pela região ativa agora e inclusive armada, pedir o fim do Estado de Israel é bem diferente de “pedir o fim dos Estados Unidos” ou da Argentina. Para que o nosso crítico consiga entender:.também somos favoráveis à destruição do Estado norte-americano, do Argentino e inclusive do brasileiro e pela sua substituição por meios revolucionários por um Estado operário. Qualquer estudante de política sabe que destruir o Estado – que é feito normalmente por uma revolução da qual a história tem milhares de exemplos – não significa destruir o povo que vive sob aquele Estado.

Nosso crítico diz, manifestando uma completa indigência intelectual, que o fim do Estado de Israel não beneficiaria nenhum proletariado. Para ele, o proletariado é uma classe animalesca que só pensa em questões econômicas imediatas. Outra manifestação aberrante de ignorância política. A classe operária, sendo uma classe social, se preocupa com a política, com o Estado e não apenas com o seu Estado nacional, mas com todos os Estados e países do mundo. Pergunto-lhe, e o proletariado de Gaza e da Cisjordânia? Só em 2019 foram quase 250 mortos, com mais de 50 crianças! Ele insiste que apenas deveríamos ter posições que beneficiam o proletariado brasileiro de forma imediata e acusa nossa propaganda neste quesito de não servir às eleições deste ano. Para nós, a luta dos palestinos e dos operários de Israel é a nossa luta, é a luta da classe operária mundial. A derrota do Estado de Israel e a sua destruição seriam um enorme progresso na luta pela libertação dos povos árabes e do mundo inteiro da ditadura do imperialismo da qual o Estado de Israel é uma arma e apenas isso, uma arma do imperialismo, contra os povos oprimidos. Os judeus que lá vivem não são mais que bucha de canhão da política criminosa do imperialismo.

Justamente por isso que a política da esquerda, quer dizer, da esquerda revolucionária, proletária, marxista pode ser considerada como a forma suprema de humanismo, porque ela defende os interesses do conjunto da humanidade sofredora.

Continuando, corajosamente, nosso crítico se aventura:

“Isto é o que eu chamo de retórica antissemita. Uma panfletagem inconsequente que em nada contribui para a eleição de Lula. Precisamos de todos os votos possíveis, de todas e de todos que possam nos ajudar a vencer estas eleições, e o que vemos é um bando de sem noção insuflando causas fora de contexto, estapafúrdicas e alienadas da realidade. Devem estar tomando muito chá de cogumelo por lá.”

Em primeiro lugar, o antissemitismo é um preconceito geral contra os judeus e os judaísmo. Nada temos a ver com isso nem com qualquer outro tipo de discriminação contra os povos do mundo inteiro. Muito ao contrário disso, lutamos pela emancipação geral de todos as classes e povos oprimidos. A luta da classe operária nada tem a ver com as revoluções burguesas onde os capitalistas sob a cobertura dos ideais de emancipação de todos os homens pensava apenas na sua própria emancipação como classe. A classe operária busca libertar todos os oprimidos e explorados de todo o mundo. A emancipação social da classe operária representará o fim de toda opressão sob a face da terra de uma vez por todos, para sempre.

Além disso, somos marxistas, ou seja, discípulos de Marx e Trótski, ambos de origem judaica. Se fôssemos antissemitas teríamos que declarar em coro os nazistas que o marxismo e o comunismo são doutrinas judaicas.

Diferentemente de Navordny, nós não escolhemos nossas posições baseadas num nacionalismo tacanho ou de acordo com uma suposta conveniência eleitoral, temos algo chamado princípios. O PCO defende o internacionalismo proletário, isto é, defendemos o interesse da classe operária internacional onde quer que ela se encontre. Para nós não há libertação do povo brasileiro enquanto ele for escravizado na Colômbia, nos EUA ou na Faixa de Gaza. Para nós o que fortalece a luta do operário norte-americano (não o capitalista) fortalece a nossa luta aqui. O que fortalece a luta do povo oprimido na Palestina (e não apenas o proletariado palestino fortalece a luta do povo e do proletariado brasileiro). Em relação à campanha de Lula, não podemos senão supor, já que o nosso perito em veracidade não diz às claras, que ele está dizendo que criticar Israel poderia afastar judeus que poderiam apoiar Lula e que teriam apoiado Bolsonaro. 

Se é isso, só podemos dizer que não adianta tentar enganar o eleitor. A defesa do Estado de Israel requer um alinhamento diplomático com o imperialismo norte-americano, o patrocinador maior do que acontece no Oriente Médio. O governo Lula seria, naturalmente, menos propenso a este alinhamento que o governo Bolsonaro, que tem a defesa de Israel e um racismo antí-arábe herdado da burguesia norte-americana como pontos centrais da sua política. Lula naturalmente buscaria se dar bem com a China, Rússia e talvez até o Irã. É da sua natureza nacionalista. Lembremos inclusive que ele foi a Teerã para buscar um acordo entre o país persa e o imperialismo norte-americano, e foi visto como um ator simpático aos persas. Mesmo que Lula não defenda a posição do PCO, e não defende, não será mais pró-Israel que Bolsonaro, é tolice dizer qualquer coisa contrária. De qualquer maneira, queremos fortalecer os judeus verdadeiramente democráticos e socialistas contra os judeus de direita e mostrar que o Estado de Israel, com seus métodos brutais e desumanos, é um perigo para o próprio povo judeu e não só os que vivem em Israel. Uma mudança na relação de forças mundial colocaria os judeus do Estado de Israel em uma posição perigosa de enfrentar o ódio que se acumula contra a burguesia judaica por força dos serviços prestados ao imperialismo. Só não vê essa realidade quem não quer. 

Mesmo assim. Do ponto de vista puramente eleitoral, os árabes e seus descendentes no Brasil são infinitamente mais numerosos que os judeus e em sua maioria esmagadora estão ao lado dos palestinos no seu enorme sofrimento de sete décadas sob o Estado de Israel. 

Não adianta tentar vender Lula como se ele fosse uma cópia de Bolsonaro neste ou naquele quesito, como não adiantou vestir Haddad de verde-amarelo para o segundo turno. Se se pode votar no original, para quê votar numa cópia? Devemos ter um programa positivo para a questão de Israel, como nós temos. Enquanto setores continuarem a defender o Estado de Israel continuam amarrados aos EUA e por conseguinte, a Bolsonaro ou uma terceira via. 

Se querem convencer estes setores a votar em Lula, devemos começar por lhes dizer a verdade, dizer que o governo Bolsonaro promove a fome, um ataque sem fim contra os direitos dos trabalhadores, que deixado solto, estabeleceria o Brasil como mero apêndice dos EUA, levando abaixo nossa indústria e aprofundando a estagnação do desenvolvimento nacional. Se a fome do próprio povo, o massacre da nossa classe produtiva e a nossa subjugação como País não sensibilizar estes setores, não será uma mentira mal contada ou falsificações históricas como o de Navordny que irão ter efeito. Apoiar o Estado de Israel contra os palestinos é uma posição política de direita e não de esquerda. Não será uma eleição que irá mudar esse fato.

Organizações e personalidades judaicas decidiram realizar uma campanha contra o PCO por força da sua política de defesa da liberdade de expressão e vêm pedindo a extinção legal do nosso partido. Somos acusados de antissemitas, nazistas etc. uma falsificação que só pode servir a objetivos escusos. Querem submeter à esquerda que, em geral, historicamente, sempre teve uma posição em defesa dos palestinos, à política do sionismo de defesa do Estado de Israel, ou seja, de opressão e de genocídio contra o povo árabe. Esta tentativa de ofensiva vem na esteira, também, das nossas denúncias do envolvimento direito de parte da esquerda nacional, como Guilherme Boulos e parte do PSOL com organizações de fachada da CIA norte-americana como a Fundação Ford, Open Society, Global Americans, NED etc. Chamamos a toda a esquerda nacional que não está a serviço do imperialismo a se posicionar nesta questão porque não se trata de uma picuinha, mas de uma política abrangente contra o povo e a classe operária brasileira e todos os países oprimidos pelo imperialismo.

A você que chegou até aqui,

agradecemos muito por depositar sua confiança no nosso jornalismo e aproveitamos para fazer um pequeno pedido.

O Diário Causa Operária atravessa um momento decisivo para o seu futuro. Vivemos tempos interessantes. Tempos de crise do capitalismo, de acirramento da luta de classes, de polarização política e social. Tempos de pandemia e de política genocida. Tempos de golpe de Estado e de rebelião popular. Tempos em que o fascismo levanta a cabeça e a esquerda revolucionária se desenvolve a olhos vistos. Não é exagero dizer que estamos na antessala de uma luta aberta entre a revolução e a contrarrevolução. 

A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

Diferentemente de outros portais, mesmo os progressistas, você não verá anúncios pagos aqui. Não temos financiamento ou qualquer patrocínio dos grandes capitalistas. Isso porque entre nós e eles existe uma incompatibilidade absoluta — são os nossos inimigos. 

Estamos comprometidos de maneira intransigente com a defesa dos interesses dos trabalhadores, do povo pobre e oprimido. Somos um jornal classista, aberto e gratuito, e queremos continuar assim. Trabalhamos dia e noite para que o DCO cresça, se desenvolva e seja lido pelas amplas massas da população. A independência em relação à burguesia é condição para o sucesso desta empreitada. Mas o apoio financeiro daqueles que entendem a necessidade de uma imprensa vermelha, revolucionária e operária, também o é.  

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O Brasil é favorito na copa?

Criminalização do nazismo é desculpa para incriminar o comunismo

Para arrancar os 33,24% convocar uma greve nacional da Educação

33,24% seminário

Doria e prefeitos armam golpe contra reajuste de 33,24%

lulajá

Não apoiar Lula por conta de seus aliados é um erro a ser evitado

Contra o golpe do reajuste de 0% para o piso dos professores

conferência sindical mesa

Conferência aprovou luta contra reformas e por Lula presidente

O golpe de Boulos e do PSOL contra o PT e em favor da direita

alckmin e doria firmam parcerias entre estado e município

Os ataques de Doria aos professores e o fracasso da frente ampla

Iniciar uma campanha militante e de massas em torno de Lula

Agora! Natália Pimenta no Pânico da Jovem Pan

Todos na Paulista: é Lula contra Bolsonaro e toda a direita

Petistas reagem à chapa com Alckmin e chantagem do PSB

Às ruas por Lula presidente com vice das lutas populares

ato paulista 7:11:21

Dia 12 é na Paulista por Fora Bolsonaro e Lula presidente

carteira vazia

Recessão e inflação: defender os salários com “gatilho”

alckmin e aceio paulista

Nós professores não queremos Alckmin. Nenhum trabalhador quer!

A esquerda que se opõe às ideias e à luta revolucionária

Contra o roubo dos salários, lutar pelo “gatilho salarial”

Unir já toda a esquerda e o povo por Lula presidente!

20 novembro

Neste sábado: abaixo o massacre do povo negro, Lula presidente!

Bloco Vermelho presta apoio a Cuba e convoca ato de solidariedade

“Plenária Vermelha”: uma vitoria contra a politica de capitulação

lula pco abc

Plenária Nacional do Bloco Vermelho agrupa contra a frente ampla

Mais de 150 assinaturas convocam Plenária Lula Presidente

cartaz plenária nacional

Dirigentes do PT, PCO, CUT e PCPB convocam Plenária Nacional

Aprender da derrota diante de Doria em SP

Servidores/SP: é preciso ir além da “pressão” parlamentar

Uma Plenária Nacional por Fora Bolsonaro e Lula presidente

A “esquerda” que luta contra a candidatura de Lula

“Centrais” golpistas atacam a CUT para defender carrascos do povo

PSOL decide não ter candidato mas não aprova apoio a Lula

Inflação dispara e mostra tendência geral de agravamento da crise