Juliano Lopes

Membro da direção nacional do PCO e coordenador do Coletivo de Negros João Cândido.

Juliano Lopes é formado em Direito pelo Centro Universitário de Brasília, advogado e dirigente da Secretaria Nacional Jurídica do Partido da Causa Operária. Integrantes do Comitê Central do PCO, atuou durante anos como redator do Diário Causa Operária e é colunista do Jornal Causa Operária.

Coordenador do Coletivo de Negros João Cândido, o qual é responsável por elaborar e aplicar uma política democrática e revolucionária para o movimento negro, na organização da emancipação dos negros, que só pode ser completa com a revolução socialista e a abolição da propriedade privada e o fim da repressão estatal.

Membro da Direção Nacional do PCO. Secretário de Negros do Partido. Advogado.

Filie-se!

Boleiro, por que se filiar ao PCO?

A você, boleiro, profissional ou amador, fica o convite pessoal para se filiar ao PCO, porque esse partido defende o futebol brasileiro

Uma pergunta deve passar na cabeça de centenas, talvez milhares de pessoas a esta altura: porque se filiar ao Partido da Causa Operária? Eu consigo imaginar várias rodas de bate papo no bar ou em casa onde as pessoas debatem se vão se filiar ao PCO, um diz que sim, outro diz que está pensando, um terceiro diz que gosta muito do partido, e assim vai.

Ao contrário de tempos passados, onde a filiação se dava no gogó, cada militante encontrando uma pessoa para se filiar ao partido, hoje, com o crescimento da agremiação mais famosa na luta contra a direita, permite que esse debate, ou seja, o apoio ao PCO seja maior que eu, como integrante da direção, posso afirmar.

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Eu poderia dar um monte de motivos para você se filiar ao PCO, e você que já é filiado eu daria mais outros tantos motivos para você filiar ao PCO outras pessoas, amigos, familiares, enfim, quem quiser.

Eu vou destacar um fato, apenas, que me deixa feliz pelo fato de eu estar no PCO. O futebol. Sim, o futebol. Algo que pratiquei a juventude toda, de quando moleque e, na verdade, até os dias de hoje, e boa parte do período com alguma expectativa que fosse viver disso.

No começo do contato com a esquerda, percebi que um pedaço dela é contra o esporte do povo. Quer dizer, era contra aquilo que mais gostei ao longo da minha vida. Contra o esporte e contra quem o pratica profissionalmente, e aquilo me deixou confuso. 

Eu pensava: “puta merda, é bom demais futebol!”. E a esquerda: “o futebol só serve para alienar o povo”. Os esquerdistas da classe média acusam o futebol de ser “ópio do povo”, e que serve para iludir o trabalhador e atrapalhar seu caminho revolucionário.

Nunca me convenci disso, e achava que tinha algo errado. Mas enfim, bola pra frente (mais do futebol. 

No caminho eu achei o PCO, e sua política contra a Polícia Militar (pelo seu fim) e contra a repressão de conjunto, o que me chamou muita atenção e, desde então, cá estamos. Mas quando foi falado do futebol e a posição que um revolucionário tem que ter diante dele, especialmente no Brasil, isso me encantou e sei que o PCO é o único que defende o futebol, não só pelo gosto popular, mas também pela importância política.

Quer saber? O futebol brasileiro é mais importante que a Petrobrás, que os Correios, que vários patrimônios nacionais. Ele é O patrimônio nacional, desenvolvido às últimas consequências por brasileiros geniais, como é o caso de Pelé.

É esporte do negro, do trabalhador brasileiro, e sua popularidade mundial se deve ao que os brasileiros fizeram com ele. O futebol arte, as gerais, os times de bairro, a várzea, os grandes times e seus jogadores oriundos das favelas brasileiras. Tudo é Brasil, tudo é por contra o brasileiro, do povo.

Se existe militante revolucionário interessado em fazer a revolução no Brasil, esse fato e esse esporte precisa ser levado em consideração. Ao contrário da esquerda, que pretende apagar também o futebol da história do Brasil, o revolucionário deve levar isso em consideração e defender esse esporte dos ataques do imperialismo.

A você, boleiro, profissional ou amador, fica o meu convite pessoal para se filiar ao PCO, porque esse partido defende o futebol brasileiro. Só isso mereceria uma filiação. 

Mas você pode se filiar por conta dos nossos entreveros com a direita. Ou por nossa posiçõ sobre os golpistas dos tribunais superiores. Por conta da defesa da legalizaçào das drogas, do aborto, da defesa da liberdade de expressão irrestrita, o armamento do povo, enfim, creio que não faltam motivos para você se filiar ao PCO.

Lembre-se: é um apoio ao partido. Inicialmente não terá nenhuma obrigação, mas, se tiver interesse, pode se tornar um militante conosco. Apoiar e lutar na defesa do futebol brasileiro, filie-se!

A você que chegou até aqui,

agradecemos muito por depositar sua confiança no nosso jornalismo e aproveitamos para fazer um pequeno pedido.

O Diário Causa Operária atravessa um momento decisivo para o seu futuro. Vivemos tempos interessantes. Tempos de crise do capitalismo, de acirramento da luta de classes, de polarização política e social. Tempos de pandemia e de política genocida. Tempos de golpe de Estado e de rebelião popular. Tempos em que o fascismo levanta a cabeça e a esquerda revolucionária se desenvolve a olhos vistos. Não é exagero dizer que estamos na antessala de uma luta aberta entre a revolução e a contrarrevolução. 

A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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