João Jorge Caproni Pimenta é estudante de Letras da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP). Militante do Partido da Causa Operária (PCO) e coordenador da Aliança da Juventude Revolucionária (AJR).

Iniciou sua militância política e estudantil em Junho de 2013, quando a juventude e os trabalhadores realizaram uma grande mobilização contra o governo do Estado de São Paulo, então liderado por Geraldo Alckmin (PSDB).

Responsável pela Agitação e Propaganda do PCO, João Caproni Pimenta é editor do Diário Causa Operária e da Causa Operária TV. Também é colunista do Jornal Causa Operária e co-autor do livro “A Era da Censura das Massas”, junto com Rui Costa Pimenta, presidente do Partido.

Membro da Direção Estadual de São Paulo do PCO. Jornalista. Membro da Coordenação da AJR, juventude do PCO

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Caso nos EUA

Homicídio vacinal: hospital nega transplante a não-vacinado

A esquerda tem que repudiar esta falta de humanidade, esta verdadeira pena capital imposta aos capitalistas

Nos EUA, um hospital acaba de retirar um jovem de 31 anos da sua lista de espera para doadores de órgãos, acusa o pai do jovem. Os jornais dão a declaração como verdadeira, estampando-a como manchete.

O jovem não se vacinou por razões ideológicas, e não está morrendo de Covid-19, está morrendo por um defeito cardíaco hereditário, ao qual seus hábitos não tiveram nenhuma influência.

O CDC, o Centro para o Controle de Doenças dos EUA, disse que dá prioridade aos vacinados e que sim, é válido, é negar um órgão para um não-vacinado.

Não sei, já nesta altura do campeonato, qual a loucura que a classe média, profundamente fascistizada pela histeria em torno da pandemia,  está pensando, mas sou obrigado a dizer com todas as letras, o hospital, que foi acusado de retirar o jovem da lista de transplantes, está cometendo homicídio doloso, premeditado, com requintes de crueldade.

O pai do jovem, que agora, por conta da decisão, está no leito de morte, diz que ainda que não concorde, respeita seu filho ainda mais pela sua decisão de morrer, se for o caso, por aquilo que ele acredita, eu concordo. É algo nobre morrer por aquilo que se acredita, principalmente em matéria de direitos individuais.

Ele está sendo assassinado por exercer um direito humano fundamental, o de recusar o tratamento médico. Dizem, os médicos, que já sou obrigado a comparar ao nazista Josef Mengele, que têm de dar os órgãos aos que tem mais chance de sobreviver. E dizem que hábitos, incluindo ao de vacinação,  pesam na decisão. A frase mostra que, por uma decisão moral, estão matando uma pessoa.

Tomar ou não a vacina não é uma escolha automática. As vacinas todas, apesar de algumas terem recebido autorização permanente, são experimentais. Os medicamentes demoram, em média, 12 anos para serem aprovados pela FDA americana, a maioria destas vacina demorou 1 ano para ser desenvolvida, aprovada e utilizada. Elas, pelo que mostraram os dados, oferecem sim uma proteção às formas graves da doença, contudo, uma pessoa pode ter dúvidas, ou opiniões contrárias, como algumas religiões, que proíbem. A democracia deveria ter posto fim a morte por opinião ou por religião. A burguesia, no crepúsculo da sua vida, neste capitalismo podre e decadente, renasceu esta prática podre.

A verdadeira consciência da esquerda operária, aquela que não foi corrompida pela loucura da classe média embrutecida, sabe que o que estão fazendo é um crime, que usam a pandemia como uma desculpa, ainda que seja um problema real, para esmagar os direitos e os povos.  Reaja.

A você que chegou até aqui,

agradecemos muito por depositar sua confiança no nosso jornalismo e aproveitamos para fazer um pequeno pedido.

O Diário Causa Operária atravessa um momento decisivo para o seu futuro. Vivemos tempos interessantes. Tempos de crise do capitalismo, de acirramento da luta de classes, de polarização política e social. Tempos de pandemia e de política genocida. Tempos de golpe de Estado e de rebelião popular. Tempos em que o fascismo levanta a cabeça e a esquerda revolucionária se desenvolve a olhos vistos. Não é exagero dizer que estamos na antessala de uma luta aberta entre a revolução e a contrarrevolução. 

A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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