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Antônio Carlos Silva

Militante do Partido da Causa Operária (PCO) desde as suas origens. Membro do Comitê Central do Partido, secretário Sindical e coordenador da Corrente Nacional Sindical Causa Operária.

Professor do Ensino Público do Estado de São Paulo, atua na oposição da Apeoesp.

Foi candidato a diversos cargos pelo PCO em eleições regionais e nacionais, levando a propaganda revolucionária às grandes massas.

Participa do conselho editorial do Jornal Causa Operária, do qual é colunista.

Apresenta os programas Resumo do Dia e Resumo da Semana, na Causa Operária TV. Também é âncora do programa Comando de Greve.

Membro da Direção Nacional do PCO, Secretário Sindical do partido. Professor.

Inimigo da Educação e do povo

Nós professores não queremos Alckmin. Nenhum trabalhador quer!

É preciso mobilizar em defesa da candidatura de Lula, contra o vice "cavalo-de-Tróia", golpista, privatizador, repressor e inimigo dos trabalhadores e das suas organizações de luta

Vemos, nos últimos dias, intensificar-se a campanha, na imprensa burguesa e de parte da esquerda que defende a conciliação com os golpistas e inimigos dos trabalhadores, para que o PT atenda às chantagens do PSB e indique o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) para vice de Lula.

Caso isso se confirmasse, equivaleria à escolha de um novo Michel Temer – o vice que ajudou a derrubar a presidenta Dilma – para integrar a chapa do ex-presidente.

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Alckmin é um inimigo histórico da classe trabalhadora e essa medida seria um duro golpe nas bases do próprio Partido dos Trabalhadores (PT), da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e dos movimentos populares (MST, CMP etc.) que são dirigidos pelo PT. Todos esses movimentos foram duramente perseguidos por Alckmin e seu partido.

O ex-governador foi denunciado nacional e internacionalmente pela ação violenta da Polícia Militar na reintegração de posse na ocupação do Pinheirinho (São José dos Campos); nos ataques aos estudantes que lutavam contra o aumento das passagens (junho 2013), dentre outros.

No ano de 2015, Alckmin se confrontou duramente com a nossa greve, dos trabalhadores da Educação. No primeiro momento, o governo estadual mentiu de todas as formas para deslegitimar o movimento dos professores por salários e condições de trabalho. Nunca negociou com os sindicatos, que por ele foram duramente atacados. Chegou até a cortar salários e a desobedecer decisões judiciais que proibiram esse tipo de prática anti-grevista. Naquele mesmo ano, mais uma vez, a repressão da PM foi feroz contra os estudantes secundaristas que protestaram contra as medidas de Novo ato une comunidade contra fechamento de escolas por Alckmin“reorganização escolar” anunciadas pelo ex-governador, que incluíam o fechamento de escolas e turnos. Graças à luta dos estudantes, a medida criminosa de Alckmin foi contida, mas circularam nas redes sociais diversas imagens dos PMs batendo em estudantes secundaristas e invadindo escolas amparados nas ordens do governador que agora pode se “travestir” de “socialista”.

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Nós professores, como todos os funcionários públicos e os estudantes de SP, sabemos por anos de experiência que com Alckmin é com tiros, bombas e cassetetes  que se trata o povo.

Seu histórico é digno de um criminoso, repressor e privatizador. Um vice desse tipo só serve para desmoralizar a candidatura de Lula diante de suas bases e do conjunto da população que o enxerga como uma alternativa eleitoral à direita golpista e ao bolsonarismo.

O tucano, que agora pode ir para a legenda de aluguel que é o PSB, atuou ativamente no golpe de Estado contra a presidenta Dilma. Portanto, é um dos cúmplices do violento retrocesso em que o País foi submetido.

Nos anos de 2015 e 2016, Alckmin forneceu apoio político e material aos atos coxinhas, inclusive com a liberação do metrô de São Paulo. Geraldo Alckmin esteve presente nos atos verde e amarelos que se destacavam pelas faixas à favor da intervenção militar, marcados pelo viés de extrema-direita, anticomunistas e contra o PT.

Quando a caravana de Lula foi atacada a tiros pela extrema-direita fascista, que procurava levantar a cabeça, o tucano justificou e disse que o PT “colheu o que plantou”. A prisão de Lula foi apoiada por Geraldo Alckmin e seu pupilo, João Doria, tendo inclusive tentado transferi-lo para o presídio de Tremembé como um preso comum.E então Alckmin pôs meio milhão na "Caviar Lifestyle" de João Doria. Por  Kiko Nogueira

A política econômica de Alckmin foi marcada pelas privatizações, instalação de pedágios nas rodovias estaduais, arrocho salarial para o funcionalismo público, austeridade fiscal, parcerias público-privadas.

A lista de crimes de Alckmin é muito maior. Trata-se de um político neoliberal, criminoso, repressor e privatizador que não tem nenhuma relação com os interesses do povo. O Partido dos Trabalhadores, os sindicatos e movimentos populares não devem aceitar Alckmin como vice de Lula.

Ao contrário desse verdadeiro “cavalo-de-Troia”, as bases do PT, da CUT e de toda a esquerda devem lutar por um vice de luta, que tenha participado da luta contra o golpe, pela liberdade de Lula, pelas reivindicações do povo.

Lula precisa de um vice contra o sistema e não a favor do massacre do povo.

Há na esquerda diversos nomes que podem cumprir com os companheiros João Paulo, do MST,  ou a companheira Não temos como elogiar a reforma agrária do governo", diz coordenador do MST  - ÉPOCA | TempoCarmen Foro | Partido dos TrabalhadoresCarmem Foro, trabalhadora rural, dirigente da CONTAG e secretária-geral da CUT.

A esquerda que apoia Lula e luta pelo fora Bolsonaro, deve se reunir e discutir a questão do vice e um programa de luta. Por Lula, por um governo dos trabalhadores, sem golpistas e sem patrões!

A você que chegou até aqui,

agradecemos muito por depositar sua confiança no nosso jornalismo e aproveitamos para fazer um pequeno pedido.

O Diário Causa Operária atravessa um momento decisivo para o seu futuro. Vivemos tempos interessantes. Tempos de crise do capitalismo, de acirramento da luta de classes, de polarização política e social. Tempos de pandemia e de política genocida. Tempos de golpe de Estado e de rebelião popular. Tempos em que o fascismo levanta a cabeça e a esquerda revolucionária se desenvolve a olhos vistos. Não é exagero dizer que estamos na antessala de uma luta aberta entre a revolução e a contrarrevolução. 

A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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