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Nesta quinta-feira (12/01) ocorreu o primeiro ato contra o aumento da passagem realizado pelo prefeito playboy João Doria. O ato convocado pelo MPL (Movimento Passe Livre) depois do anúncio do prefeito playboy em aumentar as passagens do transporte coletivo da cidade de São Paulo R$ 3,80 para R$ 4,00.

O ato começou as 17h na praça Ramos de Azevedo, em frente ao Theatro Municipal, no centro de São Paulo e foi ate a estação Brás do metro, e segundo o MPL contou com a participação de mais de 10 mil pessoas.

As palavras de ordem foram contra o aumento da passagens, contra as gestões tucanas de Alckmin e João Dória, e também contra a Polícia Militar.

Como de costume, a Polícia Militar montou uma megaoperação com mais de 400 policiais para reprimir os manifestantes. Ao final do ato, a PM agiu com extrema violência, atirando balas de borracha e bombas de gás lacrimogêneo e cassetetes contra a manifestação. A operação montada pela PM para resultar no confronto direto e imprensa burguesa atacar os manifestantes.

Uma nova manifestação foi marcada para a próxima quinta-feira e o movimentos precisa ser direcionado para atacar duramente a direita. Além do aumento da passagens, as reivindicações devem ser ampliadas como a luta contra o golpe e a derrota da direita. Isso porque não se pode repetir os erros das manifestações realizadas em 2013, em que a confusão política nas reivindicações onde a direita se aproveitou e tomou a direção das manifestações.

É importante lembrar que a situação política é outra, onde a luta de interesses já ultrapassou a questão entre poder público e usuários do transporte coletivo. O país vive um golpe de estado e os ataques contra a população está em níveis nunca antes vistos e com a possibilidade de um golpe militar.

Nesse sentido é preciso ter reivindicações claras e a luta contra os golpistas estar no centro das reivindicações. O estado e a cidade de São Paulo são governados pelos tucanos Geraldo Alckmin e pelo prefeito playboy João Doria, ícone dos golpistas e que sustentam o golpe com a estrutura estatal.

Os dois tucanos são exemplos de retiradas de diversos beneficiários para a população e a classe trabalhadora, atacando a população de rua, projetos sociais e muitos outros. São exemplos da política golpista.

Portanto, é preciso direcionar as manifestações contra essas figuras repugnantes, denunciando como golpistas e contra o golpe de estado. As reivindicações pelo Fora Doria, Fora Alckmin e derrotar os golpistas devem ser incorporadas como bandeiras de luta das manifestações contra o aumento da passagem.

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