Rádio Excelsior da Bahia
Em entrevista, radialistas não aceitam o programa apresentado pelo PCO e praticamente impedem que o candidato continuasse colocando o programa do partido.
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Rodrigo Pereira - DCO 1
Rodrigo Pereira, militante do PCO e candidato a prefeito de Salvador. | Foto por: arquivo DCO.

O candidato a prefeito de Salvador pelo Partido da Causa Operária, Rodrigo Pereira, foi duramente atacado durante o que deveria ser uma entrevista na Rádio Excelsior da Bahia, na última sexta (09), conduzida por Almir Santana.

Rodrigo foi convidado para dar entrevista de 35 minutos porém, em boa parte da entrevista, foi interrompido sistematicamente pelo radialista que, rejeitava a política apresentada pelo partido e seu programa para as eleições, e atacava o candidato repetindo “você não tem programa?”, “mas qual é o seu programa candidato”, “o que você vai fazer pela saúde” etc.

Desde o início da “entrevista”, o militante e candidato Rodrigo Pereira, deixou bem claro que o PCO está nas eleições para denunciar a farsa da manipulação das eleições municipais (que não irão resolver o problema da população trabalhadora), fazer um chamamento à luta contra o governo Bolsonaro e realizar uma intensa mobilização popular em torno do direito de Lula ser candidato em 2022, de forma que se abra uma possiblidade, pela via eleitoral, para derrotar Bolsonaro e a extrema direita.

Detalhando qual o programa geral do PCO para a classe trabalhadora brasileira e de Salvador, Rodrigo colocou a necessidade de estatização da saúde, do sistema de transporte público, da garantia de renda e trabalho para boa parte da população da cidade que está passando muita necessidade com o fim dos programas sociais e ataques de Bolsonaro, parceiro de ACM Neto etc. Mas, principalmente, foi apresentado que qualquer que seja o prefeito de Salvador não resolverá os problemas da classe trabalhadora com Bolsonaro na presidência, que ataca todos os dias os trabalhadores em benefício dos grandes empresários e banqueiros.

O que que ficou claro é, como representante da burguesia de Salvador, o radialista e empresa que trabalha não aceitam a apresentação de um programa que não compactua com a farsa que são as eleições, que a burguesia quer envolver a população a cada dois anos, para eleger seus representantes fingindo que estamos num regime democrático, só faltou dizer “leia aqui esse é seu programa”.

Pior, como uma concessão pública e que está sob o domínio da igreja católica, como a Rádio Excelsior, foi um verdadeiro absurdo ouvir um cidadão, um trabalhador ser praticamente impedido de colocar suas propostas para a população de Salvador, uma situação antidemocrática que deixa claro qual é o tom da burguesia para a população e para os candidatos reais da classe trabalhadora. Um ataque à liberdade de expressão, o radialista teria todo o direito de discordar, mas não impedir o candidato de falar sua proposta e ainda fazer chacota, finalizando com “entrevistamos aí o candidato que não tem propostas para Salvador”.

O que mostra, como sempre denunciamos aqui nesse diário, que a imprensa burguesa é uma verdadeira fábrica de mentiras, que impõe pela força do capital sua opinião, utilizando-se de uma concessão pública para difundir sua ideologia e continuar a opressão da classe trabalhadora.

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