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A cervejaria holandesa Heineken recentemente produziu um novo comercial. Pouco depois de suas primeiras exibições, a empresa decidiu tirar o comercial do ar devido a acusações de racismo, o mesmo que denota o caráter principal disseminado pela política imperialista dos monopólios. Empresas como essa, transparecem de fato o que o imperialismo representa: uma política extremamente anti-povo e de ataque  aos setores oprimidos.

Por mais que o imperialismo faça demagogia com diversas causas, assim como o dia de luta das mulheres, em que cooptou o movimento para um viés meramente pequeno-burguês, assim também faz com a questão do negro. Por isso, quando nos deparamos com casos como esse, não é algo de se surpreender, esta é a mais pura face do grande capital estrangeiro.

Em nota, a empresa declarou que não tinha intenção de fazer nenhum tipo de ofensa aos consumidores. Ao que se sabe é que isso é uma prática natural e costumeira pregada por grandes empresas representantes de monopólios que dominam a economia mundial.

Por isso, é preciso ter clareza para analisar os fatos, isso não é um caso que deve ser enxergado de maneira individual e que se aplica apenas a um grupo especificamente, essa é a política do imperialismo, não existe cordialidade desse sistema de massacre e exploração com nenhuma causa que envolva a classe trabalhadora e ou qualquer tipo de movimentos e organizações sociais que a representa.

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