R$5,10: rumo à gasolina mais cara do mundo

combustivel

O petróleo, uma das riquezas mais abundantes e valiosas do Brasil, é uma obstinação do imperialismo internacional em saquear ao patrocinar o golpe de Estado. Além da Petrobrás, uma das empresas mais valiosas do ramo no mundo, temos o pré-sal que é praticamente um mar de petróleo nas profundezas do litoral brasileiro.

Após o golpe, o governo interventor de Michel Temer, tratou de entregar a Petrobrás à burguesia imperialista. Grande parte de suas ações já não pertencem ao povo brasileiro, mas ao capital financeiro parasita que mina todas as economias nacionalistas. A questão energética é uma menina dos olhos dos golpistas.

A alta do preço da gasolina, que já ultrapassa a cifra de R$ 5 por litro, torna esse artigo o segundo mais caro do mundo A meta dos golpistas no Brasil é serem os campeões do mundo no quesito combustível mais alto. No entanto na Venezuela, uma das maiores democracias da América Latina, o preço da gasolina é o mais baixo do planeta.

Essa alta no combustível, que depois do golpe passou a ser trimestral, nos governos petistas não passavam da média de um por ano. Isso porque a política econômica do PT mantinha uma certa soberania sobre a Petrobrás, o que permitia a Petrobrás ser uma empresa destinada ao povo brasileiro sem a orientação pautada somente para o lucro.

Com o golpe e a entrega da Petrobrás, a motivação exclusiva e econômica da empresa passou a ser o lucro, pois foi repassada para os grandes tubarões do capital financeiro internacional. Como os capitalistas não são filantropos, ou seja, não repassam nenhum tipo de benesse para a sociedade e só pensam no lucro para si mesmos, a política econômica Petrobrás existe na atualidade apenas para esfolar a população.

A única forma de retomar o controle da Petrobrás para os interesses das políticas públicas, e assim baixar a gasolina, é derrotar o golpe. O método para tanto passa por uma greve geral, por tempo indeterminado, pela liberdade para Lula, anulação do impeachment de Dilma e o fim da intervenção militar no Rio.