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Movimento operário
Químicos do ABC aderem à palavra de ordem Fora Bolsonaro
Mais uma categoria operária adere ao Fora Bolsonaro. Cabe a CUT e aos sindicatos impulsionar uma grande campanha para materializar o que é o sentimento dos explorados no País.
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Movimento operário
Químicos do ABC aderem à palavra de ordem Fora Bolsonaro
Mais uma categoria operária adere ao Fora Bolsonaro. Cabe a CUT e aos sindicatos impulsionar uma grande campanha para materializar o que é o sentimento dos explorados no País.
“Fora Bolsonaro”. Foto: Diário Causa Operária
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“Fora Bolsonaro”. Foto: Diário Causa Operária

Em matéria publicada no sítio da CUT – SP (25.11), o sindicato dos Químicos do ABC faz um balanço do Congresso da categoria, recém encerrado, apontando como uma das principais resoluções aprovadas pelos delegados: o “Fora Bolsonaro”.

“No item Resistência e Luta, os delegados e delegadas reforçaram o eixo político já aprovado no Congresso da CUT Nacional de “Fora Bolsonaro”, uma palavra-de-ordem que demonstra o descontentamento da classe trabalhadora com o governo de extrema direita, que a cada dia retira mais e mais direitos trabalhistas e sociais, vende o patrimônio e riquezas públicas, destruindo a soberania do nosso país, e ataca a democracia e os direitos humanos”.

Como dito acima, seguindo os passos da CUT, a decisão dos delegados do congresso representa um avanço extraordinário da luta dos trabalhadores e abre caminho para que outras categorias façam o mesmo. 

Ainda em junho passado, o Congresso dos trabalhadores dos Correios havia aprovado a defesa do “Fora Bolsonaro”. Os bancários, em agosto, em seu encontro nacional aprovou como palavra de ordem “Derrotar Bolsonaro nas ruas”, uma versão uma pouco mais ameno na forma, mas com o mesmo conteúdo.

Em um momento em que se acentua o repúdio popular aos planos macabros neoliberais de terra arrasada contra os povos da  América lLatina, inclusive resultando no desenvolvimento de situações revolucionárias como na Bolívia e no Chile, em que uma das questões centrais reside justamente na defesa pelo povo da derrubada dos governos responsáveis pelo estado de barbárie, a decisão de diferentes sindicatos, da Central Única dos Trabalhadores (CUT), no sentido de defender o “Fora Bolsonaro”, aponta a condição de que as mobilizações revolucionárias do povo latino americano estão colocadas para o Brasil, que vive situação de deterioração das condições econômicas e sociais absolutamente similar a dos países vizinhos.

Os sindicatos e a CUT respondem ao que é o amplo sentimento do povo brasileiro de absoluto repúdio ao fascista que chegou a presidência por meio da fraude e do golpe. Praticamente em todas as atividades que ocorrem no País, que juntam um pouco mais de pessoas, transformou-se numa unanimidade o “Fora Bolsonaro” ou o “Bolsonaro vai tomar no c#!” – isso pelo menos desde o carnaval.

Cabe aos sindicatos e a maior central sindical da América Latina serem consequentes com os anseios dos delegados e de fato levar para as bases das categorias o que foi aprovado nos congressos com uma campanha que de fato envolva os trabalhadores com a constituição de comitês de luta e mobilização pelo “Fora Bolsonaro”, confecção de cartazes e panfletos para serem distribuídos amplamente nas fábricas e nos locais de moradia, assembleias de mobilização, enfim, colocar como impulsionador da luta todos os instrumentos que de fato mobilize e amplie a luta para por fim a esse governo.