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A Chinese flag flies near apartment buildings in Beijing on September 11, 2015. The Chinese government is capable of maintaining high economic growth, Premier Li Keqiang said on September 9, after fears the economy was slowing rocked global financial markets in recent weeks. AFP PHOTO / GREG BAKER        (Photo credit should read GREG BAKER/AFP/Getty Images)
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O Departamento Nacional de Estatísticas (DNE) da China divulgou ontem (15) a atualização dos dados oficiais sobre a economia chinesa. De acordo com o relatório, o Produto Interno Bruto (PIB) do país asiático cresceu 6,3% no primeiro semestre em relação ao mesmo período do ano passado, chegando a 6,56 trilhões de dólares.

Embora ainda seja um crescimento muito grande comparado ao da maioria dos países do mundo, houve uma desacelaração no crescimento da economia. Esse foi o crescimento mais fraco dos últimos 27 anos na China, que está acostumada a um crescimento médio de 7% a 8% nos últimos 20 anos e que atingiu um pico de 11,9% em 2007.

Entretanto, no ano seguinte, houve a explosão da crise capitalista mundial, que nada mais é do que a continuação da crise de 1974 – da qual o capitalismo nunca se recuperou e que, portanto, facilita a geração de novas crises econômicas que vão minando cada vez mais o regime imperialista.

Com a crise de 2008, todas as economias do mundo foram atingidas intensamente, os bancos quebraram e, por exemplo, nos EUA, só conseguiram se recuperar (em termos) devido à interferência do Estado burguês para salvar seus lucros, sugando a riqueza de toda a população.

A China continuou tendo o maior crescimento do PIB, mas a partir de 2011 ele veio diminuindo. Em 2010, ele chegou a 10,3%; em 2011, houve uma queda substancial: para 9,2%. Em 2012, uma desaceleração maior ainda: 7,8%. Desde 2016, o PIB chinês não consegue alcançar um crescimento nem mesmo de 7%, e agora apresenta uma nova queda.

Se comparada aos outros países, a China apresenta, mesmo com uma desaceleração, um crescimento impressionante. Entretanto, até mesmo um crescimento de 10% já é baixo para os padrões chineses e para o país mais populoso do mundo. Isso também se deve à mão de obra extremamente barata e gigantesca mais de 1 bilhão de trabalhadores, a qual o imperialismo explora intensamente, barateando o valor da força de trabalho a nível mundial. Ou seja, os grandes monopólios utilizam a China e seus operários como uma grande fábrica, que padroniza os salários e os custos, especialmente nos demais países atrasados.

Por isso a China é um país importantíssimo para a economia imperialista e a queda constante de seu PIB é um dos reflexos mais evidentes da crise econômica mundial. O mais novo dado sobre a desaceleração do PIB chinês mostra que a economia capitalista internacional continua em forte crise, e, o mais importante: ela não tem perspectiva de recuperação. Já se passaram mais de dez anos desde a crise de 2008 e os principais indicadores econômicos mostram uma defasagem não só nas economias dos países atrasados, mas também nas dos países imperialistas. O que ocorre atualmente na União Europeia é outra importante evidência disso.

O imperialismo não consegue encontrar meios para resolver essa crise. Por isso tem feito o uso de uma política de força, colonial, de golpes de Estado e invasões nos países oprimidos, para tomar conta de seus recursos nacionais a fim de salvar uma parte dos lucros dos grandes capitalistas. Porém, mesmo isso não tem adiantado. A economia capitalista continua em queda, em colapso.

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