A procura de um emprego
Até mesmo jovens com condições de formação de informática não conseguem procurar emprego
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Fila de solicitação de seguro-desemprego em São Paulo. | Foto: Fernando Donasci/Folhapress

Uma pesquisa organizada pela rede de escolas de informática Microcamp mostra que quase 60% dos jovens dessa instituição estão procurando emprego em meio à crise. O estudo foi realizado entre os dias 09 e 15 de Setembro, com 3515 jovens, em 63 cidades brasileiras em que a empresa possui unidades.

É importante considerar um aspecto muito importante sobre essa pesquisa, que é o simples fato de que quem tem condições de estudar nesta escola requer uma certa condição financeira. Logo, isso por si só demonstra o quanto que a crise do golpe de estado de 2016 se alastra como uma verdadeira política de terra arrasada, em que não sobra pedaços até mesmo para a pequena-burguesia, ainda mais para a juventude desta classe, em que se encontra totalmente desorientada por conta da alta competitividade.

Se para um jovem de classe média que faz curso de informática, está tentando conseguir arranjar um emprego, o que dirá de um jovem operário. Uma das reclamações dos jovens desta pesquisa era o fato de não conseguirem obter a dita experiência.

Neste sentido, vale ressaltar que a opressão da juventude por conta da “falta de experiência”, trata-se na verdade de dois fatores, a primeira é de que a falta de oportunidade de acesso às universidades é um grande fator da falta de experiência para que o jovem tenha alguma experiência técnica, por isso que o PCO levanta a bandeira pelo acesso irrestrito às universidades, como garante a massacrada Constituição de 88, a educação pública e gratuita.

Além disso, existe outra questão da burguesia de restringir o acesso ao emprego dos jovens, que nada mais é do que servir de combustível para explorar os trabalhadores. Isso ocorre porque os operários ficam sobre pressão caso queiram fazer greve, assim como facilita uma série de medidas de explorações como aumento da jornada de trabalho, redução de salário, dentre outros ataques dos patrões.

Por conta disso, os jovens se sentem mais abatidos com toda essa situação de caos no país. O governo golpista, a cada dia, segue uma operação comandada pelo imperialismo, que é de cada vez mais por em conta da crise do capitalismo sobre a população.

Com isso, existe até mesmo uma pesquisa da Secretaria Nacional da Juventude (SNJ), juntamente com o Conselho Nacional da Juventude (Conjuve), mostrando que sete em cada dez jovens disseram que seu estado emocional piorou por conta política desastrosa do Bolsonaro que apenas dá dinheiro para os banqueiros e nada de política pública de emprego aos jovens. A pesquisa foi feita com trinta e três mil jovens de todo o país foram entrevistados.

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