Pandemia
Longe de acabar, a pandemia de Covid-19 avança sobre a população brasileira. Enquanto isso, a direita procura culpar o povo ao invés de investir nas ações de saúde.
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Sepultamentos no Cemitério Nossa Senhora Aparecida (Manaus) em maio. | Foto: Alex Pazuello/Semcom/Fotos Públicas.

Passadas as eleições municipais, os dados oficiais da pandemia voltaram a explodir. Segundo o próprio governo João Dória, no último mês ocorreu um aumento de 34% nas mortes decorrentes da pandemia de Covid-19. Os infectados (que foram testados) cresceram 54% e as internações, 13%.

Isso em números oficiais, claro. Mesmo manipulando os dados desde o começo, a direita não consegue esconder o enorme fracasso da sua política de “combate” à pandemia. O secretário da saúde de Dória voltou a entoar o mantra da necessidade de respeito à quarentena. Uma farsa que procura mascarar a falta de ações de saúde dos governos e prefeituras do PSDB.

Jogar a responsabilidade do avanço da pandemia na população é um ponto comum entre os tucanos e parte da esquerda pequeno burguesa. Cobrar que a população fique em casa é uma demanda que ignora completamente a realidade.

Uma parte da esquerda, que continua recebendo seus salários normalmente, parece não entender que a maioria da população brasileira nunca teve a opção do teletrabalho. Por isso, vociferam contra aqueles que têm se aglomerado diariamente nos transportes públicos durante todo o ano de 2020. Como cobrar de quem se aglomera para trabalhar que não se aglomere no seu tempo livre?

Alguns chegaram ao ridículo de defender figuras nefastas como João Dória e Wilson Witsel. Segundo os afoitos esquerdistas, ambos seriam “científicos” ao defender a quarentena em oposição ao discurso de Bolsonaro. No entanto, o que parte dos governadores estaduais fez foi apenas um jogo de cena, que funcionou para ocultar a absoluta falta de investimentos para um combate real ao avanço da pandemia.

A testagem massiva e rotineira da população, por exemplo, nunca foi implementada. Materiais básicos de higiene, como álcool em gel e máscaras, não foram distribuídos. Não foi feita uma ampla campanha preventiva com os agentes de saúde do SUS. Não existem nem campanhas na televisão para ensinar como utilizar e higienizar as máscaras.

Um combate sério envolveria um conjunto de ações muito mais incisivos, como o apresentado pelo PCO ainda em março. Além das ações do poder público, o partido destaca a importância da participação popular no processo. A partir de conselhos populares de fiscalização dos serviços de saúde as demandas da população teriam como se impor.

Sem margem para conciliação com os inimigos do povo, representados pelos políticos de direita, o PCO destaca que para combater a pandemia é preciso combater esses políticos abertamente. Em São Paulo, isso significa impulsionar a luta pelo Fora Covas, Fora Doria e Fora Bolsonaro.

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