Política genocida
O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), disse nesta terça-feira (22) que a previsão é que os protocolos de reabertura das áreas de cultura e esportes sejam assinados
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parque metropolitano
Parque metropolitano | Leo Salinas

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), disse nesta terça-feira (22) que a previsão é que os protocolos de reabertura das áreas de cultura e esportes sejam assinados ainda nesta semana.

O prefeito também espera poder avançar na liberação dos parques públicos e ampliação do horário de funcionamento, que poderão voltar a operar aos finais de semana.

O objetivo é deixar os protocolos assinados para quando a cidade avançar no Plano São Paulo. “Para assim que o estado classificar o município como verde, a gente possa reabrir essas atividades na cidade”, disse o prefeito.

A próxima reclassificação será feita no dia 9 de outubro. Em coletiva de imprensa na última sexta feira (18) , a prefeitura disse que já atendia a todos os requisitos para avançar para a fase verde.

O Plano São Paulo, que regulamenta a quarentena em todo o estado, classifica as regiões do estado em cores, determinando quais locais podem avançar nas medidas de reabertura da economia.

Para começar a reabertura do estado em 1º de junho o governo dividiu o território de acordo com as 17 Divisões Regionais de Saúde (DRS). A Grande São Paulo foi subdividida em outras 6 regiões, uma para a capital e outras 5 para cada grupo de cidades da Região Metropolitana. A flexibilização da quarentena é feita de modo diferente em cada uma dessas regiões.

Fase vermelha: Permitido o funcionamento apenas de serviços essenciais.

Fase laranja: Também podem reabrir imobiliárias, concessionárias, escritórios, comércio e shoppings podem reabrir, mas com restrições.

Fase Amarela: Também podem reabrir salões de beleza, bares, restaurantes, academias, parques e atividades culturais com público sentado podem funcionar, mas com restrições.

Fase verde: Também podem ocorrer eventos, convenções e atividades culturais com público em pé, desde que haja estabilidade de quatro semanas do estado de São Paulo na fase verde, também com restrições.

A pandemia colocou com mais intensidade a crise capitalista. Com essa situação, a burguesia é forçada a impor uma política genocida contra a população que foi no início a reabertura do comércio e, neste período, a reabertura das áreas de cultura e esportes.

Isso ocorre porque mesmo com a reabertura do comércio, a crise ainda perpetua de tal maneira que a burguesia está totalmente desesperada para salvar seus lucros, principalmente encabeçada pelos banqueiros.

Essa política evidencia o quanto que a burguesia está disposta a impor contra a população, pois mesmo em pandemia ela só entende uma única linguagem, o lucro, e com isso ela não se importa em nenhum grau com as terríveis consequências desta medida.

Não há outro solução para os trabalhadores além de aproveitar o clima favorável à discussão política que se dá durante as eleições para levar adiante a luta pelo Fora Bolsonaro, por eleições gerais, pela restituição dos direitos democráticos de Lula, por Lula presidente e por uma assembleia constituinte sob controle dos trabalhadores.

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