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Na última semana, o presidente russo Vladimir Putin apresentou, em uma coletiva de imprensa, vídeos com seis armas consideradas “invencíveis” em uma guerra. Instantaneamente, foi criada uma enorme polêmica na imprensa imperialista. Afinal, ter armas seria algo “abominável”, algo moralmente condenável.

Apesar das pressões do imperialismo, Vladimir Putin não recuou. Pelo contrário: em um discurso ao parlamento russo, Putin disse: “Antes de termos armas, ninguém nos escutava. Que nos escutem agora”. “Ninguém no mundo tem algo igual, por enquanto. É algo fantástico”.

Putin tem razão, na situação atual, baseada nas relações criadas pelo capitalismo, nenhum país tem condições de se tornar minimamente independente das ofensivas dos monopólios internacionais sem armas. A solução “pelo diálogo” é uma fantasia: os interesses vampirescos dos capitalistas não vão ser emperrados por palavras bonitas ou frases bem construídas.

A Rússia não é o país que orquestrou o golpe no Brasil, que invadiu o Iraque ou que está promovendo uma intervenção na Venezuela. E é justamente por isso que foi criada uma campanha contra o armamento do Estado russo: para o imperialismo, apenas os países imperialistas podem se armar. Afinal, o domínio dos países imperialistas sobre os países atrasados não se dá através de sua “criatividade” ou de seus “talentos”, mas sim por meio da força. Isto é, por meio da superioridade bélica.

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