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Comércio aumenta em 10%
Putin e Maduro se encontram na Rússia
Reunião discutiu o incremento das relações bilaterais, intercâmbio cultural, social e comercial.
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Comércio aumenta em 10%
Putin e Maduro se encontram na Rússia
Reunião discutiu o incremento das relações bilaterais, intercâmbio cultural, social e comercial.
Nicolás Maduro e Vladimir Putin se encontram no Clube Valdái
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Nicolás Maduro e Vladimir Putin se encontram no Clube Valdái

O presidente Nicolás Maduro encontrou-se nesta quarta-feira (25) em Moscou com Vladimir Putin, para discutir as relações bilaterais entre Venezuela e Rússia, e o fortalecimento dos laços econômicos, sociais e culturais entre ambos. A Rússia foi um dos primeiros países a reconhecer a legitimidade das eleições venezuelanas no ano passado, e é importante aliado da Venezuela na resistência à dominação imperialista.

Putin reiterou o reconhecimento da legitimidade do governo de Maduro, afirmando: “A Rússia apoia consistentemente a todas as autoridades legítimas da Venezuela, inclusive a Presidência e o Parlamento.” O governo declarou, também, que o intercâmbio comercial entre os dois países cresceu 10% nos últimos meses, e que pretende enviar mais medicamentos à Venezuela, em breve, conforme convênios assinados entre ambos. Na ocasião, Maduro presenteou Trump com uma réplica de uma das espadas de Simón Bolívar.

Enquanto isso, em Nova Iorque, Trump vociferava na reunião da ONU. Desta vez, segundo o presidente fanfarrão norte-americano, Maduro seria um “fantoche de Cuba”. Curiosas qualificações –  uma hora ditador, outra hora fantoche – que demonstram o desespero da nação mais poderosa do Mundo, em declínio, exigindo a submissão de pequenos países.

A imprensa imperialista procurou retratar o encontro como uma tentativa de Putin fazer Madulo “dialogar” com a oposição, o que na verdade significa ceder espaço para o grupo golpista que sofre derrotas eleitorais acachapantes e se alia ao imperialismo para provocar o caos no país sul-americano. Qualquer concessão a esta “oposição” é um risco e lhe dá mais espaço de movimento para desestabilizar o governo. O diálogo com a burguesia deve se resumir a uma frase: “expropriar o grande capital e colocá-lo sob controle dos trabalhadores.”