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Da redação – Durante o segundo turno das eleições presidenciais, a campanha do PT adotou o verde e amarelo em suas propagandas. A cor vermelha quase desapareceu. Não se tratava apenas de uma consideração prática orientada pelo marketing. É o que fica mais claro agora, que as eleições já acabaram, mas o partido continua adotando as cores da bandeira (e dos protestos coxinhas) em suas propagandas.

Na página do Facebook do partido, o material continua com as cores do segundo turno. O vermelho continua sendo escondido. Poderia parecer um problema menor, mas é uma concessão à direita, uma capitulação diante da pressão da direita para que o PT abandone seu programa político.

Há uma disputa interna no PT entre duas alas distintas. Uma ala quer seguir denunciando o golpe, o caráter viciado das eleições e a prisão político do ex-presidente Lula. Outra ala quer fazer a chamada “autocrítica”, que consiste em aceitar um conjunto de calúnias preparado pela imprensa burguesa para tornar o PT “aceitável”. Em “reconhecer erros”, como disse o candidato Fernando Haddad em uma entrevista no segundo turno.

Junto com essa “autocrítica”, na verdade uma crítica da imprensa golpista ao PT que a ala direitista quer incorporar dentro do próprio PT, viria também um programa político mais adaptado ao golpe e ao novo regime instaurado pelos golpistas. Isso seria ignorar o golpe e fingir que ainda existe uma “democracia” vigente.

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