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Após a morte de Eduardo Campos, o Partido Socialista Brasileiro (PSB) vem definhando rapidamente. Em 2016, quando a burguesia estava concentrada sobretudo em dar o golpe de Estado e impor uma grande derrota ao PT, o PSB ainda conseguiu eleger vários prefeitos. No entanto, hoje o cenário é outro.

Em Pernambuco, que foi por muito tempo a “capital” do PSB e que ainda abriga parte significativa deste, é provável que o partido não consiga reeleger o governador. Por conseguinte, os mandatos dos deputados também estão ameaçados. Abandonado DEM, PSDB e PTB, que terão candidatura própria, o governador tem tentado, cinicamente, se aproximar do PT e de Lula para conseguir algum apoio.

Essa tentativa de aproximação entre PSB e PT deve ser entendida tal qual de fato é: uma operação abutre para arrefecer a luta contra o golpe e dar sobrevida a alguns de carreiristas que só se importam com suas próprias carreiras. O PSB não luta pela liberdade de Lula e não tem o menor respeito pelos interesses dos trabalhadores: o governo desastroso do Estado de Pernambuco durante mais de 10 anos e o caráter fascista do governo de São Paulo nas mãos de Márcio França são prova disso.

Recentemente, o PSB vem apresentando mais uma prova de que não merece um pingo de confiança. Por meio da imprensa, o partido tem impulsionado a pré-candidatura de João Campos, que é a principal aposta do PSB para o cargo de deputado federal. O contraditório é que, ao mesmo tempo que o PSB procura o apoio da esquerda, sua grande aposta nas eleições deste ano é ninguém menos que um dos principais cabos eleitorais de Aécio Neves em 2014.

João Campos, filho mais velho de Eduardo Campos, já tem carreira na política, trabalhando no Gabinete do governador de Pernambuco desde 2016. Em 2014, sobre o corpo ainda quente do pai, João aproveitou a comoção em torno da morte de Eduardo Campos para pedir votos para o candidato número 1 do imperialismo: Aécio Neves. Assista aqui ao vídeo em que João Campos fala que é “Aécio 45”.

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