Revolta estudantil
Alunos denunciaram nas redes a gestão autoritária do reitor. Mas atos devem se desenvolver também nas ruas.
Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
HH
UNIFAP - Universidade Federal do Amapá. | Foto: Reprodução

Na Universidade Federal do Amapá (Unifap), alunos ligados aos diretórios acadêmicos (DCE) e Central dos Estudantes (DCE) fizeram protestos pelas redes sociais cobrando da reitoria maior diálogo com os discentes. Eles relataram que o reitor Júlio Sá, atual administrador da universidade, está deixando os estudantes sem voz.

Após uma reunião previamente agendada entre reitoria, estudantes do curso de saúde e integrantes do DCE ser cancelada sem motivos, os alunos decidiram mobilizar nas redes denunciando a atitude autoritária da direção da UNIFAP. Foram utilizadas as hashtags #unifapsemreitor e #estudantessemvoz.

Primeiramente, os alunos não estavam protestando por uma questão democrática dentro da universidade, mas sim pelo retorno dos estágios dos cursos de saúde que estão próximos de formar, mas a insatisfação popular tomou conta dos estudantes e forma-se aí uma disposição que pode muito bem se desenvolver nos espaços físicos e por interesses mais definidos.

Os estudantes não devem se limitar a atos virtuais e com pequenas pautas, mas por reivindicações imediatas como a proposta da suspensão do ano letivo, que é a expressão legítima dos estudantes pobres. Portanto, há necessidade que a UNE e a UBES percebam isto e mobilizem para o rompimento total com a política de educação da direita, que já provou ser inimiga dos estudantes em conjunto.

Dentro da UNIFAP, por exemplo, seria possível utilizar a infraestutura dos cursos de Enfermagem, Fisioterapia,Farmácia e Medicina como centros de vacinação da população contra o covid-19. Mas é preciso lembrar que os atos virtuais, ainda que como expressão da insatisfação dos estudantes são muito limitados diante do aparalhamento das instituições pela extrema-direita.

Em resumo, os atos precisam se desenvolver para as ruas e por pautas que passem, evidentemente, pela derrubada do governo golpista. Fora Bolsonaro, pela autonomia universitária, contra a destruição do ensino público!

Compartilhar no facebook
Compartilhe no seu Facebook!
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no telegram
Telegram
Compartilhar no email
Email
Compartilhar no reddit
Reddit
Compartilhar no facebook
Compartilhe
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
Relacionadas