PM é máquina de matar
Após proibição de grandes operações pelo STF a PM do Rio foi obrigada a reduzir seus recordes de mortes na periferia, dando um alívio à população.
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Complexo da Maré - Rio
Complexo da Maré, ganha um fôlego para cuidar de outro risco letal, a COVID-19 | Foto por: Aline Oliveira.

Segundo dados do Instituto de Segurança Pública (ISP) do Rio de Janeiro junho foi o mês com o menor número de mortes pela polícia desde 2015 com 34 óbitos. O dado é 79,83% menor do que o mês anterior, no qual morreram, diretamente pelas mãos da polícia, 119 pessoas.

A redução drástica está diretamente relacionada à decisão do STF que restringiu operações policiais durante a pandemia na cidade. Comprovando o verdadeiro banho de sangue que a PM faz nas periferias da segunda maior cidade do país.

Os dados mostram ainda redução de 42% nos roubos em rua, 36% do roubo de veículos e 36% no roubo de cargas. Os índices de mortes violentas também tiveram redução histórica, 1953 o menor desde 1999.

A PM de Wilson Witizel registra recordes sinistros de 1.814 mortes, elevando a taxa de homicídios cometidos por agentes do Estado a 10,5 por 100 mil pessoas.

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