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Num debate entre golpistas,  Mauro Benevidades Filho, assessor econômico de Ciro Gomes, apresenta o plano econômico da chapa de Ciro. Na conversa de político em campanha, o plano “miraculoso” reverteria o déficit primário brasileiro em dois anos.

O dito “candidato da esquerda” escolheu um ambiente muito peculiar para expor sua proposta econômica: no debate promovido pela Folha de S. Paulo (folha do golpe), acompanhado por um apoiador declarado da Marina Silva (Eduardo Giannetti), pela “liberal” (vulgo “entreguista”) ex-diretora do BNDES (Elena Landau) e pelo professor da elitista FGV (Samuel Pessôa).

O debate noticiado como “acirrado” pela mídia burguesa, não foi nada mais que um bom acordo entre parceiros. Para o candidato que se diz “alternativa” a Lula, chegar a qualquer tipo de acordo com pessoas desse tipo é completamente paradoxal e só prova o caráter mentiroso e golpista da candidatura de Ciro Gomes.

Na proposta do assessor do candidato que “não é líder”, segundo o próprio Lula, estão o rebaixamento do teto de R$ 5,6 mil das aposentadorias pelo INSS, única proposta aprovada pelo direitista Giannetti e consagrada por Pessôa, como a “primeira medida que o governo deveria aprovar para conter a crise”.

Então, percebendo a proposta de tributação de lucros e dividendos, o aumento de 8% para 24% do imposto sobre heranças e o corte de 15% nos benefícios tributários, poupando a Zona Franca de Manaus, Elena “lamenta” que a privatização da Eletrobras nunca tenha sido “levada a sério” e questionou por que a agenda de Ciro não retira incentivos da Zona Franca de Manaus”. E Samuel Pessoa se pronuncia sobre a tributação dos lucros e dividendos, com a condição de que isso seja acompanhado da redução dos impostos sobre o lucro empresarial.

Nessa conversa de compadres, fazer a vontade dos “amigos” não é lá um problema. Priorizar cortes em gastos públicos no lugar de desagradar os parceiros é a atitude mais plausível para quem prefere falar com golpistas a se pronunciar para a esquerda da qual se diz pertencente.

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