Crise intensificada
Alugueis sobem 15% em dois anos e trabalhadores vivem a cada dia em situação mais crítica
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Inflação no alguel afeta diretamente o acesso ao direito à moradia por parte dos trabalhadores |

A crise no país continua aumentando a cada dia que passa e as políticas neoliberais de Paulo Guedes não têm surtido qualquer efeito sobre a inflação. Isso porque a estratégia utilizada é justamente de destruir o país de modo que não seja possível suportar mais três anos de Bolsonaro. Segundo o índice IGP-M divulgado pela FGV, responsável por calcular a inflação em relação às moradias, o preço dos aluguéis subiu 2,03% só em dezembro.

Essa taxa é ainda maior que a do mês de novembro, em que foi registrada alta de 0,30% e demonstra claramente o fracasso das políticas econômicas dos golpistas. A medida anual, inclusive, superou a marca de 7,3% em 2019 e confirma que a intenção da direita é massacrar a população trabalhadora. Ademais, o aumento nos valores para moradia foi maior que o dobro da inflação oficial, IPCA.

Como o proletariado em geral não possui moradia própria e a compra de imóveis tem enfrentado grande dificuldade, a resposta da burguesia para manter seus altos rendimentos passa pelo peso ainda maior depositado nas costas dos trabalhadores assalariados. A intenção de não pagar pela crise do capitalismo e colocá-la sob responsabilidade do povo deve ser combatida. Ademais, o somatório do aumento dos preços dos aluguéis chega a quase 15% nos últimos dois anos.

A comprovação máxima de que a intensificação da crise é cada vez maior vem do fato de que todos os grupos de despesas para o consumidos tiveram alta. Alimentação, moradia, transporte e vestimenta foram afetadas e intensificaram ainda mais a desigualdade social latente no país. Com as tentativas pontuais de acabar com a saúde pública também houve alta nos preços de planos de saúde e remédios. O resultado é que cada dia mais a população reclama da incapacidade do governo em lidar com a economia.

Essa incompetência generalizada da equipe golpista não é meramente a inaptidão para retomar a criação de emprego e renda. É uma política decadente da direita que pretende levar toda a população trabalhadora à miséria. Ela é baseada no que já foi aplicada em outros países, como por exemplo o Chile a época do ditador Pinochet. Por isso é relevante levar em consideração que quem concebe a destruição da economia nacional é o próprio FMI, capitaneado pelo imperialismo estadunidense.

Foram eles que, resumidamente, derrubaram Dilma e elegeram Bolsonaro abrindo as portas para a venda das riquezas nacionais. O que a pequena burguesia brasileira no primeiro momento aplaudiu, agora começa a ter efeito contra ela mesma. Uma vez que os preços de seus artigos preferidos como picanha e contrafilé tiveram aumento de mais de 20% cada. Essas questões representam um momento especial para a intensificação da luta contra o governo, uma vez que mesmo parcelas da classe média tem perdido seus rendimentos.

Portanto, é preciso acabar com a demagogia a fim de que a política da maioria esmagadora da população se torne o Fora Bolsonaro. Não é mais possível que se concebam meias políticas, não há como esperar as eleições de 2022 que sequer estão garantidas. Mais que nunca é preciso mobilizar toda a população contra o imperialismo e seus representantes internos. É preciso exigir o fim do esmagamento do povo pela burguesia através da palavra de ordem FORA BOLSONARO!

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