Professores não tem sulfite para fazer as provas

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Em abril ocorre o final do primeiro bimestre, consequentemente as avaliações bimestrais das diversas disciplinas do ensino fundamental e médio das escolas estaduais.

No entanto, na maioria das unidades de ensino do estado de São Paulo faltam folha de sulfite ou o que tem é insuficiente para a impressão de provas e outras atividades.

A política do PSDB há mais de vinte anos no governo paulista é de desmonte e sucateamento das escolas públicas. Faltam diversos materiais básicos de papelaria.

A escola pública é feita para não funcionar, tudo é dificultado ou pela falta ou pela burocracia imposta por alguns gestores.

A folha de sulfite é um item fundamental para os professores fazerem provas e atividades com os alunos, mas algum tão simples é negligenciado pelo Estado.

A falta de papel impede o uso das impressoras. Isso quando elas estão funcionando, tem toner etc. Cobram-se muito aulas dinâmicas e diversificadas dos docentes, mas não há as mais elementares condições materiais para tal.

De forma premeditadas, a escola pública subsiste como uma escola obsoleta, pois não possui computadores, impressoras, sulfite, cartolina e muitas outras coisas imprescindíveis e básicas para uma boa aprendizagem.