Contra demissões
O governador do Paraná, seguindo a política fascista de Bolsonaro está atacando os professores e funcionários das escolas. É preciso impedi-lo
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Assembleia estadual APP Sindicato
assembleia dos professores e funcionários do Paraná | Foto: Reprodução

Professores e funcionários continuam, bravamente, acampados e em greve de fome em frente ao palácio Iguaçu, no Centro Cívico. Ontem tinha completado cinco dias dessa luta contra o governo golpista do fascista Carlos Roberto Massa Jr. decidiu não retirar o edital 47/2020, onde terão que realizar provas referente ao Processo de Seleção simplificada (PSS), o qual pode excluir um grande contingente de nove mil professores e funcionários nas escolas.

Além desse brutal ataque, o fascista Ratinho Jr. também quer implementar em 232 escolas estaduais do Paraná a militarização, mais conhecida como escolas com fascismo.

Desde a última quinta-feira (19), segundo a APP Sindicato, às 10h30 daquele dia, 21 professores e funcionários estão em greve de fome e acampados em frente ao palácio do governo, no Centro Cívico.

Esses Profissionais da educação correm sério risco de serem demitidos. Os professores e funcionários reivindicam a revogação do edital 47 sobre prova pra PSS, pagamento de direitos de carreira que estão congelados, prorrogação do contrato de nove mil funcionários.

As manifestações dos professores e funcionários iniciaram-se já em 17 de novembro contra mais esse que tem como objetivo fazer com que todos realizem uma prova que excluirá grande quantidade de trabalhadores. Também está em jogo a demissão de mais nove mil funcionários de escola atualmente contratados pelo PSS, que podem ser demitidos até o dia 31 de dezembro pelo governo golpista.

No artigo da CUT, da última terça-feira (24) diz que a categoria pede a cabeça do secretário da educação Renato Feder, quando, na realidade ele é uma peça menor nos ataques aos professores e funcionários das escolas estaduais do Paraná, ou seja, o principal alvo é o governador golpista Ratinho Jr., bem como, o governo ilegítimo do fascista Bolsonaro, ao qual o governador vem seguindo a fielmente sua cartilha.

Os professores e funcionários, diante dos ataques do governador Ratinho Jr. que quer transformar 232 escolas do Estado em escolas militarizadas, onde a categoria classificou como Escola com Fascismo, ou seja, geridas por militares, tanto administrativa como pedagogicamente, no dia 18 ocuparam a Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP), no entanto, na última quinta-feira (19), um dia após a ocupação, os professores e funcionários saíram da ALEP pela manhã, no dia anterior, a justiça, braço direito do fascista Ratinho Jr. mandou desocupa-la o que aconteceu na manha do dia seguinte.

A CUT e a APP Sindicato decidiram tentar dissuadir o mentor de tamanhas atrocidades, o golpista Carlos Roberto Massa Junior a ser condescendente com os professores e funcionários, ao invés de impulsionar a categoria que, desde o início está determinada a não deixar a mobilização arrefecer, decidiu acampar no Centro Cívico e fazer greve de fome que completou cinco dias, 120 horas. Preferiram, no entanto, capitular diante da situação imposta a esses profissionais que estão prestes a serem demitidos. Veja trecho do ofício dirigido ao governo:

“A Central Única dos Trabalhadores – a CUT Brasil acompanhando atentamente o desenrolar dos acontecimentos referente às discussões que a Categoria dos Professores e funcionários de Escolas das Públicas do Estado do Paraná e sua entidade representativa a APP/Sindicato travam junto ao governo do Estado, com relação a não realização da Prova do PSS e também a outros temas relativos a progressões e promoções que a base da educação pública tem pautado sem sucesso junto ao governo do Estado”.

“Porém, no caso da Prova do PSS a situação saiu do âmbito do controle da Secretária Estadual de Educação e virou problema de Estado, aguardando resolução por parte da Casa Civil do Estado do Paraná. Assim como a responsabilidade política pela Greve de Fome iniciada há mais de 96 horas (quatro dias) por parte de 47 professoras e professores oriundos de diversos núcleos sindicais que compõem a APP/Sindicato, incluindo entre os grevistas o próprio presidente da APP o professor Hermes Silva Leão, e também a professoras Taís Adams membro da Executiva da CUT no Estado do Paraná”.

O governo, através de seu braço direito logo veio com a resposta, ou seja, a decisão da justiça sobre o pedido de habeas corpus encaminhado pelo deputado Requião Filho (MDB) para tentar impedir a realização de prova presencial. O desembargador Nilson Mizuta negou o pedido contra a realização da prova presencial no próximo dia 13 de dezembro.

Outro pedido semelhante, do líder do PT na Assembleia Legislativa, deputado Tadeu Veneri, já havia sido rejeitado na semana passada. Está mais que evidente que, contar com a complacência desse golpista e, até mesmo com a justiça, bem como, com os golpistas da Assembleia Legislativa do Estado do Paraná não pode ser a alternativa.
Assembleia dos profissionais da educação no próximo dia 26

Diante do brutal ataque imposto aos professores e funcionários das escolas estaduais do estado do Paraná, a APP Sindicato, numa capitulação sem tamanho para o bolsonarista Ratinho Jr. preferiu montar uma farsa junto aos profissionais da educação, na próxima quinta feira (26). Em comunicado da última terça-feira (24) em seu sitio, sua direção afirma que: “a opção de assembleia on-line é justificada pela pandemia do novo coronavírus, que impede a realização de eventos com aglomeração de pessoas. Para participar, é preciso fazer um cadastro prévio no endereço https://appsindicato.org.br/assembleia”.

Para justificar a capitulação, a direção do APP Sindicato utiliza-se do decreto do governo golpista do fascista Bolsonaro, ao qual Ratinho Jr. é um de seus fieis escudeiros, em março, um disfarce para tentar ocultar o peleguismo diante dos que estão em greve de fome e acampados em frente ao palácio Iguaçu, no Centro Cívico.

É preciso abrir o sindicato e organizar a categoria que, aliás, está bastante radicalizada, além de colocar todos os seus recursos na mobilização dos professores e funcionários, para impor uma derrota ao projeto fascista de militarização das escolas, a derrota da prova para PSS e mais, a realização de concursos públicos para suprir os quadros insuficientes de professores e funcionários na Escola Pública do Paraná. Mas com assembleias presenciais.

Nenhuma demissão, não às escolas militarizadas
Fora Ratinho Jr.!
Fora Bolsonaro e todos os golpistas!
Eleições Gerais com Lula candidato!

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