Professores estaduais paulistas devem antecipar o calendário de luta e unificar com os servidores municipais

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O Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (APEOESP), filiado à CUT – maior central sindical da América Latina – e a CNTE, o maior sindicato da América Latina lançou seu calendário para os meses de fevereiro, março e abril.

O Primeiro Conselho de Representantes (CR), será dia 22-2, onde será debatido a próxima assembleia que tem como indicativo o final de março. O CR deveria indicar o oito de março para a nossa assembleia, com indicativo de greve para unificar com os servidores municipais de São Paulo.

A mobilização no dia 8 de março é emblemática, para essa categoria que tem mais de 85% de mulheres, tão atacada pelas políticas de recessão aplicada pelo governo do PSDB, nos últimos vinte e três anos no estado de São Paulo.

O golpe de Estado, que derrubou a presidenta Dilma Roussef possibilitou a intensificação dessas políticas contrárias à educação dos filhos dos trabalhadores, portanto, a luta dos professores tem que passar necessariamente pela luta contra o golpe.

O golpe de estado fez com que o governo estadual paulista se sentisse mais à vontade para massacrar os professores e atacar  ensino público. Incentivou a famigerada Reforma do Ensino Médio, que pretende esfacelar o ensino secundário no estado e no País e favorecer o ensino privado.

Com o aprofundamento do golpe de 2016, com a eleições fraudulentas de 2018, o grupos conservadores, vem promovendo o terror nas escolas.

Os professores e a comunidade escolar tem que se mobilizar para barrar a ofensiva de calar os debates e privatizar as escolas. Fora Bolsonaro e todos os golpistas!!!