Professores e alunos de todo o País vão parar no dia 15 de maio

Professores da rede municipal de ensino entram em greve

A Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE), aprovou um dia Nacional de Paralisação da Educação no dia 15 de Maio

Sindicatos (como a APEOESP, SINPEEM, SINPRO, ANDES etc.) e entidades estudantis (UNE, UBES) estão convocando a paralisação das escolas e universidades  em uma manifestação na Avenida Paulista, no Vão Livre do Masp, às 14h.

Trata-se de mostrar o repúdio dos educadores golpistas contra a Educação, contra o roubo das aposentadorias e tantos outros ataques do regime golpista. A mobilização é parte da preparação da greve geral, marcada para 14 de junho pela CUT e outras entidades nacionais.

A direita fascista avança sobre os direitos democráticos da população. Os professores estão na linha de frente do ataque. O projeto Escola Sem Partido, ou melhor, Escola com Fascismo jé é uma realidade, na medida em que a perseguição política se intensifica com o pretexto de que ocorre uma “doutrinação comunista” nas escolas.

Em nível nacional, a categoria, de maioria feminina (80%), está ameaçada pelo projeto de roubo da Previdência que Bolsonaro,  Dória, Covas e Cia., querem aprovar, aumentando o tempo de aposentadorias para os professores (40 anos de contribuições) e igualando a idade mínima para aposentadoria de professoras e professores, entre outros crimes que atingem a todos os trabalhadores.

O momento é fundamental para uma reação dos setores esmagados pelo golpe, pois o governo golpista de Bolsonaro está em um momento de fragilidade e bastante “brigas” internas.É a hora dos professores e todos os trabalhadores se unirem contra as barbaridades desse governo ilegítimo e farsesco de Jair Bolsonaro.

A greve dos professores, funcionários, estudantes de Escolas e Universidades é fundamental para impulsionar essa luta em todo o País.

A Educação é um dos maiores alvos dos governos da direita golpista e ninguém fica de fora: do ensino básico às universidades, do ensino regular ao atendimento aos alunos com necessidades especiais, os alunos do campo e da cidade.

Por isso, é preciso uma resposta coletiva, pararem toda a Educação, apontar para a greve geral, unificando os trabalhadore e a juventude para derrotar os golpistas, impedir novos retrocesso e conquistar nossas reivindicações.

É preciso discutir a situação em cada Escola e Universidade. Convocar os estudantes para mobilização e ocupar as ruas.

Em todas as cidades, nos bairros e unidades escolares é preciso organizar caravanas para levar dezenas de milhares professores, estudantes, pais de alunos etc. à Avenida Paulista. Para organizar esta atividade, realizarem assembleias nas Escolas, Universidades e aprovar a paralisação, realizar mutirões para confeccionar faixas, cartazes etc.

A ofensiva contra o ensino público só pode ser barrada com a derrota do governo, por isso é preciso dirigir a mobilização contra os responsáveis por esses ataques, o regime golpista, defendendo o fora Bolsonaro e todos os golpistas, junto com a liberdade da maior liderança popular do País, Lula, o que reforçará – e muito – a nossa luta.

Dia 15, paralisar as atividades de todas as Escolas e Universidades e ocupar as ruas.