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Greve
Professores do Paraná param a partir de segunda contra Ratinho Junior
No dia 2 de dezembro, os trabalhadores em educação do Paraná entrarão em greve contra as reformas de Ratinho Junior.
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Greve
Professores do Paraná param a partir de segunda contra Ratinho Junior
No dia 2 de dezembro, os trabalhadores em educação do Paraná entrarão em greve contra as reformas de Ratinho Junior.
Golpista Ratinho Junior (PSD-PR).
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Golpista Ratinho Junior (PSD-PR).

Trabalhadores em educação do estado do Paraná (professores e funcionários) entram em greve na próxima segunda-feira (2). A decisão da assembleia, por unanimidade, se deu no dia 23 de novembro. Um dia após o início da greve, no dia 3 de dezembro, haverá um ato unificado de todos servidores públicos.

Os aposentados também farão mobilizações no dia 2 de dezembro, com o objetivo de denunciar a redução, ainda mais dos salários, tidos como um dos mais baixos do serviço público. Eles se manifestarão em frente à Catedral de Curitiba.

A política do governador do Paraná, o golpista Carlos Roberto Massa Junior (Ratinho Junior), do Partido Social Democrático (PSD), está implementando o que o ilegítimo e fascista Jair Bolsonaro fez recentemente com todos os trabalhadores, incluindo os servidores públicos e privados com a reforma da Previdência, referendado pelos golpistas no Congresso Nacional.

No Paraná, as normas estipuladas quanto ao tempo necessário para se aposentar é a mesma imposta aos servidores públicos em outros estados e municípios – ou seja, o ataque às condições de vida dos professores, bem como os demais servidores públicos.

Vários estados como São Paulo, rio Grande do Sul, entre outros já decidiram também pela paralisação.

Em São Paulo, por exemplo, foi decidido em assembleia do dia 26 de novembro que em todas as seções em que houver discussão sobre as reformas impostas pelo golpista Dória, governador do estado, haverá paralisação. No dia 03 de dezembro haverá nova assembleia dos professores.

Conforme deste diário vem denunciando, o funcionalismo publico estadual tem que ultrapassar o limite do parlamento. Deve, na verdade, organizar a mobilização dos trabalhadores e aumentar a ofensiva com uma greve, para ganhar as ruas e a população.

Isso deve servir não só para São Paulo, Paraná, mas para o conjunto dos servidores públicos de todos os estado e municípios do pais, inclusive o funcionalismo federal.