SP - PROTESTO/PROFESSORES/TUMULTO - GERAL - Um grupo de manifestantes se revoltou com a decisão de encerramento da greve dos   professores da rede estadual de ensino de São Paulo, após assembleia da categoria   realizada no vão livre do Masp, na Avenida Paulista, nesta sexta-feira. Houve confronto   entre este grupo e policiais militares.   10/05/2013 - Foto: DIOGO MOREIRA/FRAME/ESTADÃO CONTEÚDO
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O prefeito golpista de São paulo, Bruno Covas, autorizou a convocação de professores temporários a partir da próxima segunda-feira, 11 de fevereiro, para escolas que estão em greve.

A chamada de temporários é uma afronta aos grevistas, ocorre em meio à greve dos servidores municipais na cidade que lutam contra o aumento da contribuição previdenciária e o sucateamento das escolas.

Os professores são a categoria principal na atuação da greve dos municipários, por isso o duro ataque na contratação de temporários para pressionar os professores.

As medidas são um duro ataque a todo funcionalismo público municipal não só pelo confisco salarial, mas também porque privatiza parte da previdência dos servidores, entregando esse filão da aposentadoria para um fundo de previdência complementar que será um instrumento na mão de especuladores e aventureiros.

A política de Bruno Covas (PSDB) está em consonância com a política de privatização dos serviços públicos do governador de São Paulo João Dória Jr. (PSDB) e o presidente que tomou posse devido a uma fraude eleitoral, Jair Bolsonaro (PSL).

O objetivo é entregar para empresários parasitas a educação, a saúde e tudo que for possível lucrar e os que não servirem para esse propósito serão sucateados até o ponto de se tornar insustentável para a população e para os servidores.

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