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A greve dos professores de Rondônia, que teve seu início em 21 de fevereiro do corrente, foi reafirmada pela categoria em assembleia com a participação de mais de sete mil votantes, mesmo diante do fato de ter sido julgada como ilegal, e sob a condenação de pesada multa estabelecida pelo judiciário caso continuasse com a paralisação.

A determinação foi do Tribunal de Justiça de Rondônia (TJ-RO), após audiência de conciliação realizada na última sexta-feira (16), quando não houve acordo entre as partes. Na decisão foi determinado que caso a categoria continuasse em greve deveria pagar uma multa no valor de R$ 100 mil por dia, e também,  que a Seduc – Secretaria de Educação, teria cinco dias úteis para apresentar uma contraproposta para a categoria, prazo que encerra dia 23 de março.

Dispostos a permanecerem em greve sabendo que a multa poderá custar o patrimônio do sindicato, ainda assim, a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Rondônia (Sintero), Lionilda Simão informou, que a decisão tomada para manter a greve foi unânime. “Aconteceram assembleias em todas as regionais e foi unanimidade permanecer com o movimento após essa decisão na audiência de conciliação, mesmo com a multa pesadíssima”, afirmou a presidente.

Algumas das principais reivindicações são: concessão imediata do adicional de 50% (cinquenta por cento) do piso definido pela Lei Estadual de 2015, para os professores que tenham licenciatura plena (curso de pedagogia) na sua formação; progressão de classe; e equiparação ao piso nacional.

Já sobre contraproposta que deve ser apresentada em até cinco dias úteis pelo governo Estadual, Jorge Braga, da Secretaria de Educação, afirma que o Estado já está elaborando. “Nós estamos cumprindo a determinação judicial no prazo, hoje é o primeiro dia útil para o estado refazer esses cálculos. Eu não posso antecipar, porque tem uma equipe de planejamento e de finanças (…) refazendo esses cálculos e tentando verificar o que pode ser feito”, finalizou o secretário.

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