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O professor de matemática da aldeia Hawalora, na Área Indígena Tapirapé/Karajá, Daniel Kabixana, foi assassinado a pedradas e seu corpo foi jogado em um ribeirão da cidade de Confresa, no Mato Grosso. O indígena estava num bar da cidade assistindo ao um jogo de futebol e quando saiu foi perseguido por dois pistoleiros e morto de maneira cruel e bárbara.

Daniel Kabixama é mais uma vítima da crescente violência contra os povos indígenas estimuladas pelo governo golpista e os latifundiários após o impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Os indígenas Tapiraré realizaram uma série de protestos e chegaram a ocupar o prédio da polícia civil para acelerar as investigações e exigir a punição dos culpados, pois sempre as polícias atuam em defesa dos pistoleiros e latifundiários, inventando versões bizarras e ocultando os verdadeiros culpados.

Na região, os latifundiários estimulam as ações contra os indígenas e, juntamente com a imprensa golpista, realizam uma enorme campanha de desmoralização e ataques aos povos indígenas. Segundo informações dos indígenas locais, disseminaram nas cidades que basta nascer indígena para receber auxílio do governo e os ataques se direcionam principalmente contra professores e agentes de saúde indígenas, que sempre são alvos de assaltos e ataques.

As duas Terras Indígenas Tapirapé/Karajá quanto a Urubu Branco são invadidas por latifundiários ligados a madeireiras e pecuaristas, que desde a demarcação e homologação nunca foram retirados das áreas e dessa maneira fazem ataques contra os indígenas para acabar com as duas terras indígenas e expulsa-los de lá.

Esses ataques fazem parte de uma enorme campanha golpista de massacrar os povos indígenas e entregar suas terras e direitos para os latifundiários, e que só pode ser colocada em prática com a derrubada de um governo eleito e ligado aos movimentos sociais e a classe trabalhadora.

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