Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit

A Petrobrás passa por num agressivo processo de privatização cuja próxima vitima é a Liquigás.

Após o golpe de Estado e campanha desatada a partir da “Operação Lava Jato”, a empresa entrou numa crise que favorece, “coincidentemente”, o plano imperialista de tomar posse dos recursos naturais brasileiros. Em maio de 2016, Pedro Parente assumiu o comando da Petrobrás, colocando em prática medidas de cortes e vendas de ativos sob o pretexto de cobertura do rombo orçamentário da empresa nacional decorrente da “crise”. Nessa mesma lógica, hoje, a Liquigás terá seu capital aberto para o mercado financeiro.

Vetada a venda total para o Grupo Ultra, que aumenta gradualmente seu monopólio sobre setores fundamentais da economia (como o combustível – gás e outros derivados do petróleo, além de redes importantes de farmácias – “Extrafarma”), está em processo a abertura do capital da empresa por meio de planejados “pregões sucessivos”. A tendência é que a Petrobrás perca completamente o controle desse setor, como ocorreu com a ida “Vale do Rio Doce”, hoje “Vale”.

Essa ação continua e desenfreada de privatizações só tende a se acentuar com a política do estado golpista vigente. Enquanto isso, sob o controle do monopólio capitalista das comunicações e da campanha “anti-corrupção”, executa-se um verdadeiro saque aos cofres e bens públicos.

Compartilhar no facebook
Compartilhe no seu Facebook!
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no email
Email
Compartilhar no reddit
Reddit
Relacionadas