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A intervenção militar no Estado do Rio de Janeiro que já passa de um mês, tem como resultado em termos de controle da suposta violência zero, mas em relação ao convívio dos militares no Bairro da comunidade da Vila Kennedy com os moradores só aumentou a violência em relação a seus direitos civis.

Os militares golpistas colocaram cerca de 300 homens para patrulhar a Vila Kennedy, em uma espécie de projeto piloto, utilizando-se  de vários mecanismos de opressão contra a população, como revistas constantes, tirar fotos das pessoas e de seus documentos, uma espécie de fichamento de pessoas de um Estado fascista, realizaram prisões ilegais, invadiram casas sem mandados judiciais etc.

Os golpistas militares escolheram a Vila Kennedy, que não por acaso tem nome de presidente dos EUA, pois é uma comunidade mais controlável, não está assentada no Morro, está localizada na planície da região de Bangu, com ruas largas, aonde se pode cercar a comunidade e vigiá-la pelo alto, com helicópteros.

Mesmo com as condições mais favoráveis na Vila Kennedy, os militares golpistas anunciaram que estão prestes a retirar as tropas do local sem ter conseguido mostrar nada de relevante ao combate a violência, pelo contrário, mostraram que são agentes da violência do Estado contra a população pobre e negra do Rio de Janeiro, aos seus direitos civis e democráticos.

A cada dia que passa a intervenção militar no Rio de Janeiro mostra que está a serviço dos golpistas militares ganharem poder no Estado brasileiro, preparando uma intenção militar plena no regime político brasileiro, aos moldes do golpe militar de 1964, e estabelecer uma nova ditadura militar no Brasil.

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