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No golpe de 1964,  os militares expulsaram João Goulart e enviaram a todo o País uma mensagem declarando “vaga a vaga de presidência”. A mensagem é famosa e deu início às duas décadas e meia de regime militar no Brasil.

Hoje o golpe de 2016 derrubou Dilma Rousseff e colocou em seu lugar Michel Temer. Em 2018, ano em que deveriam haver novas eleições, o Brasil corre o risco de ter novamente um golpe como o de 64. Com Lula liderando as pesquisas eleitorais em todos os cenários, sua prisão seria praticamente um anúncio de que a cadeira de presidente está vaga. E com o avanço rápido dos militares dentro do governo golpista, é muito provável e plausível que esse anúncio seja dado justamente por um general.

Lula é o presidente do País caso tudo aconteça normalmente. Mas é justamente aí que mora o problema. Os golpistas, por meio do Judiciário e cada vez mais com a participação ativa dos militares, não retendem deixar Lula sequer se candidatar. E ainda existe aquela velha história sempre repetida sobre a frase de Lacerda em relação a Vargas: “não pode se candidatar, se se candidatar não pode ganhar, se ganhar não pode governar”.

É o golpe. Muito gente se nega a aceitar a ideia, mas a popularidade eleitoral de Lula por si só não será suficiente para resolver esse problema. Será preciso muito mais, será preciso mobilização e luta contra o golpe. A vaga de presidente deve ser conseguida na força, contra os golpista.

A situação política no País, ao que tudo indica, vai esquentar, como no golpe de 64.

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