Pressão imperialista
O primeiro ministro do Líbano, Hassan Diab, acaba de renunciar ao cargo, sob intensa pressão internacional e com protestos nas ruas de Beirute.
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Hassan Diab
Hassan Diab, renuncia ao cargo de primeiro ministro do Líbano. | Foto por: AFP

Hassan Diab, acaba de renunciar ao cargo de primeiro ministro do Líbano. Após a catastrófica explosão ocorrida no porto de Beirute, capital do Líbano, na última terça (04), que deixou 169 mortos, contabilizados até o momento, uma grande pressão internacional tem se formado, bem como protestos nas ruas de Beirute contra o atual governo.

Diab, que assumiu o governo em 21 de Janeiro deste ano, deixa o comando do governo falando em combate à corrupção, que haveria se tornado uma organização maior que o próprio Estado, bem como seu governo teria tido grande compromisso acabar com crimes que assolariam o país por décadas.

Apenas alguns dias após à mega explosão que destruiu parte da capital, a pressão imperialista vem crescendo sob o país, tendo inclusive a visita no dia seguinte de Emmanuel Macron, presidente francês, surgindo estranhamente uma campanha, quase que imediatamente pedindo uma “intervenção” francesa no país, além das suspeitas sob a própria origem explosão.

O Líbano hoje é comandado por um governo de coalizão no qual Hezbollah, milícia nacionalista armada que atua em toda a região contra a intervenção imperialista, possui maioria.

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