Pressionados pela situação golpistas recuam: PGR pede suspensão de acordo de extorsão da Petrobras

Brazil's Prosecutor General Raquel Dodge reacts during an opening session of the Year of the Judiciary, at the Supreme Court in Brasilia

Da redação – Diante da má repercussão da notícia, os golpistas tiveram de recuar na questão da proposta para extorquir o dinheiro da Petrobras e entregá-lo a fundação norte-americana. A Procuradora-Geral da República (PGR), Raquel Dodge requisitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) a anulação do acordo firmado pela Petrobras e a força-tarefa da Lava Jato sobre a devolução de recursos da empresa para autoridades norte-americanas.

Mais cedo, havia sido a própria força-tarefa que havia pedido isso. O argumento de Dodge está correto; os procuradores do Paraná (sede da Lava Jato) não haviam direito e nem os poderes para firmar este acordo. Porém, não se trata de um surto democrático de Dodge. Pelo contrário, é a expressão da crise política dos golpistas, que não estão sendo capazes de levar adiante a política da entrega do patrimônio público, com medo da reação popular. Ficaram assustados com o Carnaval.

Entretanto, a procuradora golpista, funcionária explícita dos EUA, já declarou que quer a anulação do acordo “sem prejuízo de que a Petrobrás adote outras medidas” para entregar o dinheiro aos capitalistas norte-americanos. Um verdadeiro roubo.