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Da redação – Sob forte pressão do movimento de mulheres argentino, Congresso aprova a lei do aborto e ela segue para o Senado.

No Congresso, opõe-se principalmente as coalizões de Mauricio Macri (direitista) e a coalizão esquerdista, a kirchnerista Frente para a Vitória. Isso implica que já há 53 votos favoráveis (dos 59 kirchneristas) e apenas um terço dos votos da coalizão de Macri. A aprovação da lei, como sempre, depende da luta das mulheres e seu poder de mobilização nas ruas que pressionem os legisladores ditos “indecisos”.

Dentro do debate, mulheres que relataram sua experiência ao abortar, obstetras, geneticistas, cientistas, psicólogos, ministros, ex-ministros, escritoras, cineastas e celebridades expuseram seus argumentos em comissões parlamentares favoráveis a legalização.

A exposição do ministro da Saúde, Adolfo Rubinstein, que contribuiu com as cifras da queda da mortalidade materna nos países onde a interrupção voluntária da gravidez é legal foi ovacionada:  “O aborto é uma questão de saúde pública, não de crenças religiosas”.

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