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A Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) passou o ano de 2017 lutando contra os ataques feitos à instituição, que foram muitos e colocaram-na em precarização total. A falta de pagamento dos serviços terceirizados fez com que muitos locais ficassem imundos, com lixos acumulados e locais com higiene precária. Os alunos e professores também foram afetados com cortes de repasse e os salários de todos os funcionários da UERJ está atrasado, sendo que o 13° ainda não foi pago.

Os fortes ataques fizeram com que a comunidade acadêmica se juntasse e organizasse forte resistência com paralisações muito longas, que fizeram com que o 1° Bimestre de 2017 fosse retomado apenas em 22 de janeiro de 2018. Com todo este atraso, o governo de Pezão aproveitou para encurtar o calendário em 2 meses.

A situação da UERJ é muito delicada, com atrasos até agora nos salários e apenas uma promessa de regularização em 2018, a instabilidade ainda vai pairar por algum tempo. Os professores e alunos estão dispostos a lutar, denunciando o governador e o secretário das finanças, que já em duas oportunidades propôs o fechamento da universidade. A luta pela defesa da universidade pública deve ser feita na UERJ e em todas as universidades públicas do país, pois o plano dos golpistas é liquidar com todo o ensino universitário público e gratuito.

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